quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Genesis de Keep me In Mind, Looking For someone na verdade...

Quanto tempo é preciso para se cair devagar nas asas de um novo amor? Quão precisa deve ser a informação para se saber que é de fato algo novo? Os olhos são novas ferramentas, sons mornos, nos levando longe de onde queremos ir, novas cores fortes e velhas.

Onde está a vontade de amar? Perdeu-se naquele quarto escuro amor, é... você sabe que seguir numa linha tênue de luz há tempos não é possível. Achar uma agulha no palheiro é como prever um dia de ação de graças em nosso teto. Você sabe que nos tons de cinza nunca rezamos uma missa e nunca sacrificamos nossos entorpecentes.

Perdido entre tuneis acredito, que me perdi no tempo e ninguém precisa me descobrir, eu estou de volta de novo. Entre as loucuras das memórias e as lembranças distorcidas de um sonho branco lembrei exatamente daquele breve momento meu amor... uma flor, perdida entre as rochas, em meu coração residia uma canção. Esta nunca parou de tocar após seus dedos a terem tocado.

Hoje apenas entoam novos sons, destorcidos e sussurrantes, as vezes perturbadores, quem sabe um dia meu bem, a gente sai pra conversar, talvez tomar um chá. Resolvermos esses contratempos com água de vingança e sal, para aliviar as dores da esperança que olha distante o que acontece no palco grego. Termino o texto com falsas letras e novas pretensões não me achem mais, apenas deixe dissolver no mundo, no destino. NA PUTA QUE PARIU!

Como uma palavra pode absorver o resto, e tornar tudo inútil ou até mesmo invalidar a credibilidade Cult ou intelectual... Escrevo o que sinto e sinto o que não escrevo, pois não me lembro de sentir. Um poeta errante talvez tenha mais palavras para lhes cuspir à cara.

Passar bem,

Lucas P.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O que é um titulo se não mais um trabalho...

Ai ai, faz tempo que não escrevo nada, nem externalizo nada, nem sequer tento algo tão grandioso quanto vou fazer agora, portanto desculpa se eu não atingir meu objetivo...
Meu amigo, não serei tão abrangente quanto você foi, serei mais específico, pois o que eu quero dizer, quero que seja dito apenas para você, afinal... de algum jeito ou de outro, não sei como, apenas você chegou aqui, ninguém mais, nem mesmo com mais anos de amizade chegou aqui. Esse ponto meu amigo, é seu.

Bem, eu não sei que tipo de folha seria eu, mas eu gostaria de ser todas e gostaria de ter-me costurado em você assim como você está em mim. Sinto falta de todos os momentos, sinto falta de ser eu ao seu lado, sinto falta meu amigo de você exclusivamente, do jeito que eramos antes. Tudo mudou e descobri que o vento as vezes bate forte demais e nos leva para lugares que não respeitamos tanto quanto a velha casa que foi derrubada ou está sendo segurada por poucos pilares de palha.
Não entendo como tudo chegou aqui, simplesmente o vento...
Não entendo pra onde tudo foi, o tempo, os lugares, as conversas, não se acham mais nessa linha horizontal no espaço. Todo dia então eu sonho... ora, não faz mal sonhar, o mundo é dos que sonham meu amigo e eu sempre sonhei mais que você. hahahah Eu lembro de nossas discussões, nossa como eu amava! Era foda!
Lembro como se fosse agora, sonho acordado tentando reviver o momento, tentando agarrar algo que nem sei se ainda está lá. Não tenho certeza se quem mudou mais foi você ou eu, a verdade é que não reconheço mais nós 2. Não deixamos nenhum de nós de lado, mas simplesmente não estamos mais juntos e isso meu amigo dói, uma dor incrivelmente insuportável, sufocante e sanguinária!
Iamos morar juntos em NY, fazer nossa marca de roupa, ia ser tão foda! Agora eu nem sei mais se olha para mim. Eu sinto que apenas passa o olho, me perdoa se não é fato, mas as vezes sinto me apagando por entre teus dedos e até mesmo das tuas memórias. Só não me faça chorar mais, você não tem noção do quanto sinto sua falta.
As musicas que faziamos juntos, sentavamos e riamos de todos e tudo. Brincavamos com as letras e a arte era mais que uma forma de escape, era uma forma de conversar por telepatia. Lembro de muitas vezes saber o que você ia falar e você também saber o que eu ia falar, não era adivinhar, era simplesmente saber.

Você me conhece, mais do que imagina... porfavor, não me deixa do lado de fora de novo.

Eu te amo amigo, e eu não estava porre quando falei pra você na festa que sinto muito sua falta e que lembro de você sempre que faço alguma musica ou escuto as musicas antigas, pois são e foram todas para você.
Espero que goste do texto e possamos re-mudar um com o outro.












Aqui em Belém nem bate vento, nem em SP, então... hahahahaha

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Recomeçar

Ai, gostaria de sentir aquele tempo mais uma vez, gostaria de sentir as mãos da vida me segurando só mais uma vez. Voltarei, aguarde querida, voltarei aos braços do teatro e obviamente dos que mais sinto falta, dos teus braços e abraços, num domingo festivo, num sabado triste e cinza, corrompido pelas paisagens desintegradas. Meu amor, toca meu coração mais uma vez, eu quero muito ouvir aquela canção que escutava nas segundas de manhã. Nas vitrolas não tocam mais saudades, apenas farpas cortantes, apenas socos insinuantes, um lembrete daquele tempo que não volta, nunca voltará. Me conta amor, como foi esse tempo que passou, valeu a pena tanto esforço e tanta trela ao ódio? Ah, se eu soubesse meu amor, não teria partido tão rápido, sem levar esse brilho intenso da manhã. Sabemos tudo um do outro meu bem, mas nada sabemos de mim ou de você, apenas de nós, por isso tantos nós que nos ataram e seguraram na corda bamba, e meu bem, eu nunca foi bom equilibrista e meu bem, eu sempre quis cair.

terça-feira, 11 de maio de 2010

F

Quem ver-te passar assim tão formosa, tão leve que teus pés chegam a não tocar o chão, tão leve que nem lembras do que te passas ao redor. Tão solta que não lembras o porque de teu rosto ainda estar lindo assim, enquanto o meu apodrece sem teus carinhos e mimos, sem tuas palavras e sorrisos para o acalmar em tempos de fúria e tempestade, não te recordas de quanto tempo ando gritando teu nome ao vento, o qual de ciúmes parece ter-te levado para longe no olho do furacão.
Determinas teus empenhos em tuas luxurias e teus desejos e eu acanhado ainda empenho meu sonho transfigurar-se em real, assim tendo-te em meus braços e abraços.

Para... F

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Speechless

Confuso demais estou, não sinto-me confortável com meus minutos de vida e não me sinto afável aqui. Quando passará alguém por perto? Quando saberei o que realmente és e o que realmente será para mim?

domingo, 9 de maio de 2010

Signal Fire

Ai de mim, apaixonei-me mais uma vez e pela mesma pessoa... pergunto-me quantas voltas o tempo e o planeta terão de dar para que eu aprenda a lhe conquistar ou para eu parar. A história é sempre igual, estou em uma tragédia grega e os erros são sempre os mesmos, não importa o quanto o tempo passe nada passará batido e tudo será igual, como em uma equação há sempre uma variável, não fujo desta constante, meu amor... continua sempre aumentando.
Agora que voltei a me arrastar aos teus olhares e teus sorrisos, rasgo-me as veias para que extravaze o excedente, pois meu corpo não suporta mais. Não quero mais esperar o pra sempre para no fim esperar o final de uma reticências, nem uma virgula, nem um ponto seguida, por isso avançarei, cansei de estar aqui no mesmo lugar há mil anos e você sempre passar na minha frente.
As palavras nunca cruzam com minha mente e assim seguimos sempre caminhos contrários e eu somente me importo em esquecer para esquecer também a dor. Não adiantaria jogar-me a frente dos carros ou a sua, daria sempre o mesmo resultado até quando você decidir guiar-me em segurança ou olhar para o lado em alguma circustancia, não pense que não ficarei a esperar, pois aqui estou e aqui estarei, pois meu tempo por você meu amor... é circular.

A garota que sempre observei, hoje fazem 2 anos que a olho e apenas olho... um dia... um dia, ao menos saberá o quanto alguém lhe amou em segredo.

sábado, 8 de maio de 2010

Carta V

Onde estão os foliões e as promessas de uma vida melhor, se não estão aqui me pergunto por quê estariam ai contigo? Por quê prefeririam o vazio de um quarto que o calor de uma paixão? A resposta é uma farpa cortante e também uma inevitável rota ao coração de quem a espera, por isso não se alegre em saber as respostas, pois o inicio são as perguntas.
Além do ponto final vou me levando por sua porta da frente, vou arrombando meus olhos e rasgando minha pele, lançando minha lingua encharcada de sangue negro. Ao chão sobram as lembranças, ao seu corpo restam... não resta nada além do velho carcere privado do qual lhe libertei. Em meio as ondas eletromagnéticas, curtas, ondas de rádio, de satélites eu me despeço de toda humanidade, lixo e luxo o qual antes me conservava em grades.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Pedro e a Calmaria ( Carta IV )

Cairam as mulharas, os tijolos foram desintegrados e se espalharam com o vento, as mascaras de efeito lacrimogenio foram inaladas e expiradas em forma de cristais. Não ligo mais para o que se passou ou o que se passa, passo a focar-me cada vez mais em mim, porém... apesar de parecer que me esqueci em você digo-lhe que é a primeira vez que tento estar realmente vivo em algum lugar dentro.
Sempre foi fácil demais aceitar suas farpas e depois seus abraços, sempre foi fácil demais me ocultar para me satisfazer em você. Por isso hoje me integro em mim e me divido com você e espero que assim seja ainda possível não nos quebrarmos e desmoronarmos, pois continuo ainda sendo nada sem você... não mais nada em você.
A um amigo que não perdi, que não esqueci, o qual apenas mudamos um com o outro e continuamos vivendo as mesmas batalhas e continuamos vivenciando os mesmo fatos e atos de perto.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Open Your Eyes( Carta 3 )

Durante minhas idas e vindas pelos cantos obscuros, vim refletindo... sinceramente não busquei nenhuma lógica em meus pensamentos, pois a diversão começa exatamente no imaginário não é? É meu caro amigo... hoje ando sempre com muita pressa e o mundo ao meu redor me engole em raiva, caos, pressa, estresse, ele simplesmente não quer apenas ser uma estrutura, é tarde demais para isso devo dizer-lhe amigo.
Acredito ou melhor... passei a acreditar hoje, após meu raciocínio durante a minha ida no onibus que um belo dia, como Kafka previu, ou apenas imaginou ( claro, não sobre o mesmo contexto ) eu acordei tendo asas. Não me transfigurarei, muito menos virarei um monstro, eu serei mais um dos milhares e milhões de pessoas incluídas na nova evolução. Sempre me perguntei o por que de a evolução ter parado, o por que de não evoluirmos mais, pois sempre vi e ainda vejo tantas coisas para se evoluir.
Ter asas meu caro não será tão util quanto uma melhor mentalidade e uma melhor vivencia em grupo, mas é o que a cultura hoje dita e é isso que nós deveremos vestir. Já prevejo que haverá um grande alvoroço no mundo da moda, na rede economica, política, menos no intelecto, aceitando um grito de desespero do corpo como um sussuro para comprar-se mais. Bem meu caro amigo, essa foi apenas uma reflexão que tive hoje, infelizmente não lembrei com todas as palavras o que pensei e como sorri ao pensá-las, mas enfim... espero que reflita também.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Dom Quixote ( Carta 2 )

Vejo que não foi tão simples assim hein, meu caro Dom? Ser apaixonado é realmente dificil e incompreensível as vezes, mesmo quando se tem convicção de estar certo de algo. Aprendi também nessa jornada que não adianta o quanto você faça seu coração gritar e o faça arrancar as cordas vocais de si mesmo, ninguém o escutará além de você mesmo e que algumas coisas simplesmente não são compreendidas.
Ainda lembro-me do que você me dizia, meu amigo, sobre vendavais, amores, ilusões, sorrisos e o quanto todos são equivalentes na poção final da vida. Lembro que ao escutar as histórias, sempre quis ser o fiél escudeiro e sou grato por o ter sido, pois hoje tenho muito mais crédito não ? Não digo em dinheiro ou favores... mas eu conheço muitas coisas e poucas do total e assumo o que não sei muito mais do que eu sei.
Até mais Dom Quixote...

domingo, 25 de abril de 2010

Don't Know Why ( Carta 1)

Acho que começo a entender as coisas de novo, é sempre assim entende? Um dia as coisas simplesmente fogem do controle e nada mais parece valer a pena lutar, mas de repente quando paro para pensar com calma no que realmente ocorreu, me vejo sem razão nenhuma para não sorrir ou não levantar de manhã cedo mais uma vez. Sempre vejo o sol mais brilhante e bonito a cada vez que completo um ciclo destes e me revigoro... não me transformo, pois continuo o mesmo, apenas me revigoro.
Aprendi a brincar mais com meus sentimentos, é mais fácil quando se compreende que a vida é assim mesmo, um dia tudo está em ordem e no outro, você acorda caindo da cama. A verdade que me toma ultimamente é a de que todos sabem quem você é, menos você mesmo e que viver sem precisar dos outros é uma utopia, pois eles são seus espelhos. Eu sou o rei das fichas brancas, pois todos os dias eu me impulsiono a levantar e tentar mais uma vez, mesmo sabendo que a propósta não durará vinte e quatro horas.
Espero que você goste de quem é, pois isto é o que temos, pois isso é o que somos e caso não goste, não perca tempo buscando aprovação, se revigore e se aprove. Não canso mais de me buscar, não temo em me encontrar, não mais... eu apenas sei o quanto vale a pena o ciclo completo e o quão perto se pode chegar de desistir da vida, desistindo do mundo e de todos ao redor.

Algumas reflexões salvam dias, outras vidas, outras momentos, outras simplesmente lhe guardam um sorriso no final, outras uma cara de pensativo, outras uma emoção. A minha, salvou-me o eu, pense nisso como se fosse a sua. Para os que leem meu blog ou para os que simplesmente lerem a esta reflexão ou depoimento, não se deixem passar em branco... e caso não entendam o que escrevi desde o inicio, peço-lhes que voltem e tentem mais uma vez, se deem mais uma chance.

sábado, 24 de abril de 2010

Sgt. Major

Foda-se... é assim que começo minha tragédia.

Hoje cuspo ódio, corto minha carne e o sangue se converte em almas penadas, em corações rancorosos e podres, me viro ao avesso e me transformo em uma supernova negra, uma radiação de sentimentos primitivos e odiosos. Hoje detesto minha vida fétida e simplesmente desprezo os lugares que me sustentam, pois como podem sustentar um algo?
Ninguém sabe o que eu sou, o que eu serei... eu não sei onde estou nem aonde quero chegar, só sei que quero parar de vomitar minha raiva e meus sentimentos. Preciso de um tempo para me contorcer e conseguir tirar de mim algo que preste, algo que defina o que sinto ou algo que defina o que sou daqui em diante.
Eu me afundo mais uma vez na podridão do eu. Foda-se, dessa vez não quero que ninguém me tire ou tente encostar em mim... esse coração é meu e aqui ficará, não compartilharei amor como ninguém, não compartilharei perdão e não serei sensível.



"...peace is always by my side, but I've never felt it once..."

domingo, 18 de abril de 2010

Black & Blue

Quando meu coração se dividiu em dois, não biologicamente normal, mas fisicamente assustador ângulo de uma equação da força centripeta, me senti como domingo. Sou agora mais feliz, bloqueando as imagens negras e azuis, sou agora mais preso depois que me deixei livre de tudo, sou agora menos do todo e mais de cada parte.
Ainda assim, me sinto gelado e não tenho mais medo de crescer, mas tenho muito mais medo de não saber o que fazer com as possibilidades. Eu ando me perdendo nas variáveis, pois não sei onde errei para não conseguir obter um tempo vago no seu coração, simplesmente não entendo o porque de eu permanecer só; só te querendo e você só; só querendo algo além. Não entendo como posso me fazer amar alguém que não conheço e como posso sofrer tanto, caso esqueço o que senti e apenas lembro do fim, não consigo compreender como sonho tão intensamente com o momento que realizarei aquele momento vivido durante tantos anos na minha imaginação.
Um simples aperto de mãos, um simples beijo na bochecha ou até mesmo um insignifcante oi, podem tornar-se motivos infinitos para conversas e uma apresentação ao inimaginável sentimento doentio de amar. Se amo, não foi porcausa de motivos, não foi porcausa de uma canção, do alcool nas veias, nem dos tóxicos na mente, é apenas pela vontade de amar e de me ter em você, é apenas a vontade de ser quem sou em alguém onde não estou, é a vontade de possuir e não ter, é a vontade de alugar um coração como o meu, sangrando, despedaçado, como um nucleo, está puxando o que pode para o seu centro, pois precisa de algo para consertar o vão, o vago, o vacuo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sad News

Eu me despi de minha alma, pois estava cansado de estar preso sempre a uma medalha, de bronze, prata ou ouro, estava cansado de ter que ocupar um lugar no plano. Simplesmente me mudei para o espaço, tomei uma forma como fórmula imutável de me transferir boas novas, pois percebi que me valhe mais me desprender dos mitos e das cópias, percebi pensando sobre o pensado que as vezes pensar machuca e que as vezes, pensar é libertador, e ao mesmo tempo me acorrenta ao vácuo, o meu vazio particular.
Me alojo aqui, no fundo do meu vácuo e no inicio do meu despertar para fora de uma caverna ou de um prédio, dirigindo meu carro e trajando minhas roupas sujas de cinzas dos tragos infinitos. Afirmo que aqui fora é o mesmo de dentro, pois ainda me prendo a algo que faz questão de me prender, aqui as idéias alheias ainda são vivas. Não fui eu que implantei esse espaço, por isso rasgo meu rosto, deixo minhas roupas em chama, me despeço de meus ossos, mordo minhas veias e entorto meus dedos, pois aqui eu sou uma alma sem cor, sem valor, sem nada que me impeça de ser mais, sem nada que impeça de sonhar e me faça ser imutável.



Não entendo, as vezes , simplesmente não entendo...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

So Far

Ando me levando além do que pensei que podia ir, ando me elevando enquanto deito e durmo, sonhando aos poucos chego mais perto do meu balão imaginário com os pés fora do chão. Descobri que posso ser o que todos são, aos poucos melhor que jámais serei e muito menos do que todos serão, descobri que para ficar extressado não precisam-se de muitos motivos, mas para assumir um erro, precisam-se de muitas palavras e consciência. Vim pensando, de lá pra cá se o que tenho em oferta valhe mais do que vendo e o que vendo valhe mais do que oferto.
De fato não é simples entender quando ainda se está no inicio, na largada, na linha de saída que é a mesma da de chegada, porém é um pouco mais em outro plano. Aprendi que o real estimula o ideal, numa relação de mais valia na qual valia mais pra mim sonhar do que realizar, assim realizei que o real é muito mais baseado em sonho dos que sonharam para realizar o concreto. É assim, a vida não pede nenhuma ajuda, muito menos cedeu alguma, mas ela puxa, ela esperneia, pois quer sempre mais, quer desejar muito mais, quer lhe levar para muito além do que se pode imaginar.
Se existem várias possibilidades, porque, porque se deter a poucos planos e poucas idéias? Porque se deter ao básico, quando o complexo está na sua mão, na sua frente, esperando, gritando, expelindo seus orgãos vitais, esperando evaporar-se para talvez virar um vírus infectante para as massas. Não me detenho mais a mim, nem muito menos a ti, eu sou o espectro, eu sou o vapor, eu sou o sol, a lua, o amor... eu sou além do que já fui, eu sou além do que a vida quis que eu fosse, eu sou além daquilo que sou.
Não sou mais carcaça, não sou mais casulo, não sou mais metáfase, muito menos me trasnformei em uma transcriptase reversa ambulante. Não vim para codificar ninguém, nem a mim mesmo, pois a isso não há uso e nem desuso, é tudo fútil e muito perto do plano ocular. Eu vim para a dialética com o que quiser dialogar, eu vim para ficar, mas não aqui, não aqui nesse lugar, pois não sou daqui sou de além, sou mais, sou menos, sou insignifcante, massa desprezível, sou uma camada distante demais do núcleo e não sofro nenhuma influencia, muito menos influencio outras camadas.
Sou um poeta, sou um profeta, sou o que serei amanhã, sou o que jamais serei a vida inteira, pois dois dias não se repetem e um mês não forma um ano, assim como um ano não forma uma vida inteira, assim como um inteiro é o nada, e a parte pode muito bem ser o inteiro. O que eu vejo é meu, o que eu toco é de todos, o que eu desejo é um sonho, é um real, é o utópico, pois agora me sinto indeciso, pois preciso cada vez mais do ideal para voltar a sonhar com o real, pois ninguém mais parece real e só eu pareço além. Não percebem a tristeza de estar só, não percebem a tristeza de permanecerem na linha de chegada, no mesmo plano, no horizonte sem dono.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

?

Já fui de vidro um dia, até trincar e nada mais ser o que é, e o que era ser o que será, salvando vidas e pulando de prédios me sinto cada vez mais herói. Quando cravam em meu peito seus nomes e suas aventuras, sorrio e digo... "divirtam-se".

sábado, 3 de abril de 2010

Hero

A falta nos faz tão doente quanto o excesso, mas eu preferiria o excesso de seus olhos do que da sua falta. Preferiria ser o vilão do que o herói que apenas orbita você, lhe protegendo dele mesmo, do que ser o mocinho que pede trégua, que se rende a solidão do que lutar pela felicidade ao seu lado.
Sem muitas palavras para serem escritas ultimamente, mas muito sentimentos para serem sentidos por alguém...

Afinal, eu sou um herói...!?

Tearing Me Apart

Quando estamos todos indo ao inicio de tudo, quando estamos todos andando em circulos, o que nos faz vivos? Eu tinha a resposta, eu tinha o nome, eu tinha o que me fazia vivo... quando você estava por perto, apenas me dando vida. Agora estou caindo aos pedaços como um castelo de areia que não se sustenta sem as mãos do artesão, como um passáro que não sabe voar só, como um cego sem guia e sem experiência.
Não há você em nenhum lugar, nem nos cantos, nem nas estantes empoeiradas, em lugar nenhum. Não há mais vida em meu lar, nem a cura pro meu vício, nem a vontade da prática, nem o sangue quente a ferver a lança. Eu apenas continuo me lançando, sem sentido, pra nenhuma lugar...
"Just tearing me apart, what you have done?"
Hoje senti falta mais uma vez de uma pessoa que nunca conheci...

D.D

segunda-feira, 29 de março de 2010

O Ultimo Dia

Preciso trocar minha carcaça, pois cansei de me injetar psicotropia, cansei de me resguardar até apodrecer meus olhos em pleno dia. Cansei de me esconder atrás dos vasos sanguineos sem nenhuma compatibilidade com o que vivo, por isso hoje é o ultimo dia.
Hoje me disseram " tu não és mais tão inteligente quanto antes..." , depois disso, eu percebi tudo, eu sei a razão, os porques e poréns. Eu vinha me escondendo entre o real e o abstrato, vinha me transfigurando, tirando meu eu de dentro e o expulsando pra fora, fazendo-o pulsar em meio a poças de sangue, fazendo-o se adaptar aos murmúrios de repressão; Tudo foi uma ilusão!
Hoje me sinto perdido, sinto que sei que perdi o que nunca ganhei por inteiro e que não tenho mais nada do que nunca tive. Sinto que perdi a esperança em mim mesmo assim como em todos o que já riram de mim e não comigo. Hoje, sinceramente me arrependi de muitas ações minhas, algumas eu me orgulho como ter terminado meu primeiro namoro, como ter me socializado com pessoas incríveis que hoje se tornaram minha família mais do que minha própria família... aí vão Victor ( familia toda ), Ada, Murilo, Gabriel, Pedro... galera demais que só tenho a agradecer.
Mas a realidade é que eu to descendo desse trem, eu não quero mais passar por aqui de novo, eu nunca vou abandonar vocês, eu só quero dizer que preciso voltar a ser o que já fui. Eu quero resgatar minha raíz e podem acreditar que isso não tem nada haver com me separar de vocês, muito pelo contrário, quer dizer me aproximar cada vez mais e dar cada vez mais valor a amizade e aos momentos unicos. Eu amo vocês!
Eu amo a mim mesmo e preciso me provar isso...

Intro.

Ando totalmente perdido, me deixando levar pela casualidade da vida, por labirintos que hoje não vejo saídas. Perdi o meu positivismo e hoje em dia me encontro em um intermédio vicioso, entre teocentrismo e egocentrismo, trocando o metafísico por realidade aumentada via fluxo sanguineo ou choques nervosos.
Ando tão perdido que não há mais tempo pro tempo que perdi, que não há mais volta de onde eu voltei, que não há mais eu aonde eu nasci, não há mais presença onde eu me encontrava e não há mais melancolia onde eu estava.
Essa é só a introdução para um sentimento explosivo de culpa e arrependimento...

domingo, 28 de março de 2010

I Wish You Were Here

Descobri que nunca houve coadjuvante, que nunca houve alguém do bem ou do mal, nem sequer ao menos existiu alguém para ditar uma regra. Somos todos livres, somos todos participantes de uma peça, sem nenhuma pretensão de querer se tornar mais importante que nossa cobiça por mais. A verdade é que nos trocamos por tudo e ao mesmo tempo por nada, e assim seguimos nos perguntando aonde estivemos esse tempo todo, quando finalmente nos encontramos em nós mesmos.
Quem diria? Somos perguntas ambulantes, e a nossa resposta está sempre no nosso próximo, aquele que ninguém encherga. Somos almas perdidas, procurando nos encontrar em visões de raio-x, lasers, mídias, faces impressas em papéis, acordos, transações, fluxos, fixos, macrocefalias urbanas, fumaça, caos. Como poderíamos nos encontrar assim, se somos anjos? Somos almas intocadas, apenas manuseadas sem cuidado, porém, intocadas.
Quem olha de fora aprende (aprende) que a vida é um origami, qual quanto mais tentamos desdobrar mais ele se complica perante nossos olhos. Como eu queria que você estivesse aqui, pois você é a minha resposta, meu pedaço perdido, meu origami passatempo particular. Simplesmente sinto sua falta, mais do que o calor, mais do que a minha carcaça, mais do que meus sonhos, porfavor, acredite, eu sinto sua falta mais do que eu sinto a minha, mais do que sinto das maças e das maçãs, das manhas e das manhãs.
Eu só gostaria que você estivesse aqui, a cada segundo, eu só queria poder lhe dizer isso mais uma vez... eu te amo.
I Wish You Were Here

A Sad Goodbye To Those Who Went Away, Who Brought Us More Than Just Their Presence.
This Is All About You Folks...

domingo, 21 de março de 2010

Infinitas Possibilidades

Não importa o que digam as teorias quânticas, o que profetizam os poetas, o que foi cravado em pedra ou em seu cérebro. Continuarei sentindo o som, sem ligar pro amanhã, pois tudo que temos certeza é do presente. Imagens atrasadas, teoria do caos, vivemos uma mentira e acreditamos em verdades, sabemos das histórias, mas preferimos as glórias. Vivemos queimando em fogueiras de gelo, continuamos destilando nossas dores e plastificando sorrisos, para tudo parecer bonito.
Infinitas possibilidades lhe foi dadas, mas insistimos em criar rotinas, e nos libertar por via de drogas e teorias falhas. Não precisamos de motor, nem alcool, nem gasolina, podemos rodar pra onde quer que quisermos e nada nos parará. Ainda não há limites para nossos desejos, ainda não há limite de erros, e o contador ainda gira, sentido anti-horário, regredimos de acordo com a evolução do calendário.
Nos baseamos em fatos reais, nos entupimos de falsos sentidos e nos desgustamos de odores e sons, porque nenhuma fisica nos satisfaz mais. Nenhuma flor, luz solar, feixe de partículas, nos faz rir, nenhuma química natural nos faz viajar sem tirar o pé no chão, nenhuma combustão sem sentido, nenhuma mecanização sem robôs, nenhuma verdade com mentiras, nenhuma mentira com ideologias.
Simplesmente, ta tudo ao contrário...

terça-feira, 9 de março de 2010

Leave

Sinto meu paraíso no para sempre, sinto minha decepção no piscar dos olhos e sinto o grito sufocante e mudo da dor, a dor que tu criaste. Não me importo de servir-te, mas te satisfaz logo e termina com isso, porfavor, deixa meu coração apodrecer só, deixa-o permanecer só se não queres nada com ele, apenas a dor, apenas a porra da dor deixa para trás, para eu poder me corroer.
Não deixa que eu sobreviva, não deixa rastros do que senti, coma o que veio comer no banquete venoso e arterial, pegue o quiser da horta e te satisfaz com suas migalhas. Antes de te levantar, não precisa dar o toque final, deixa que isto eu posso fazer por conta própria, apenas parta, enquanto a vejo indo, esperando que se sinta melhor, agora que saiu tudo. Saia, pela porta da frente, não precisa esconder suas intenções, não disfaça teu rosto, pois não há mascara que desfarce a morte, nem o canibalismo amoroso.
SAIA, SAIA, me deixa em paz, porfavor, não me desperdice, porfavor acaba com isso... saia da minha cabeça, saia, grito doentio, desafinado e cortante feito farpa. Já chega de estraçalhar meus órgãos, já chega de esgotar minha vida, já chega de me fazer sofrer tanto, já chega de me fazer chorar sangue e acabar toda minha forma de vida, acaba de me regenerar sempre, com esperanças falsas, medíocres. Acaba com isso, porfavor?

Doente, com dor, eu não aguento mais continuar nessa estrada... cada vez mais só, cada vez servindo de muleta e cada vez mais indepedente, só. Contraditório? Pense 2 vezes!

sábado, 6 de março de 2010

Dancing On The Moonlight

Com que intensidade se pode mudar algo? Com que rapidez pode se transformar em alguém? Com que desejo eu construi meu castelo de areia? Não é simples dizer que anjos não existem, se tens asas e poderes celestiais, não é fácil exigir que tenhas influências sobre mim, muito menos pedir tal coisa.
Não me deixa aqui, escutando os sons mudos dos teus passos, não precisa ter medo, eu já me libertei de ti de alguma forma, meu anjo uniforme. Não te preocupa, a vida me garante o suspiro, não te iluda, o desejo me mantém vivo, e assim continuarei te perseguindo ou caindo no chão, até não existir mais plano, não te suicida, pois eu estou aqui, para o que você disser que precisa.
Serei teu escudeiro fiel, em escuridão ou em luz, serei tua mão suja, serei tua necessidade leviana, serei teu em qualquer instancia. Não importa o tempo que demorará para chegar em casa, ou a distância que cruzarei, me dislacerarei em tua cruz, dançando ao luar, serei teu em pedaços refletores da luz da noite.

terça-feira, 2 de março de 2010

O Mistério do Planeta

Me visto mais uma vez com minha alma, jogo fora pela ultima vez minha carcaça inválida e ultrapassada, sendo nada mais do que uma roupagem rasgada e fútil. Ponho meus óculos no lugar e enchergo o que deveria ter enchergado há tempos, não é assim assim que se ganha um quinhão de felicidade ou uma espórtula de esperança, simplesmente não é.


as coisas acontecem, se desvenciliam, se desconectam deixando um vazio que eu consegui preencher, com outro vazio, porém confortável e apaziguante à minha alma e meu estar. Simplesmente to feliz...
=)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Réplica

Não há resposta, não há mais nada além do vazio, eu apenas continuo gritando para o vácuo e isso cansa, até mesmo por ser culpa minha. Cansa tanto que envelheci vinte anos em uma semana, e um dia é muito pouco para discernir o que se passa em vinte quatro horas, além do mais, estou cansando do peso que me é jogado nas costas.
É dificil conciliar as coisas, não há como amar um vácuo quando se precisa de algo para se ancorar nas horas mais dificeis. Continuo cambaleante e desacreditado da minha própria cruz, pois não vejo significado, apenas sinto o peso e a vertente da dor, diferente de todas que já havia sentido. Não é fácil continuar assim, nem pretendo sequer continuar tentando, cansei de me enterrar sempre a cada palavra, cansei de me sublinhar, quando isso devia ser claro, cansei de me substituir por alguém que lhe faça mais jus, talvez eu não tenha feito o suficiente por ti, nem por mim.
A verdade é que a cada dia eu me desgasto o máximo que consigo, me destruo por terceiros, me estrago por segundos e me mato por mim mesmo. Fico sempre com a menor porção do meu próprio sangue, por isso não destilarei mais o mesmo para fluir à outras pessoas. Apesar de parecer, não estou chateado com ninguém, mas comigo mesmo, que me substituo sempre que tenho a oportunidade, que me menosprezo para ter um valor para outro alguém, para parecer um escravo e por isso talvez valer um quinhão das mãos alheias.

...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

"Crazy For You Baby" ( D.D)

Hoje não sei como dizer que sou meu se me dou muito mais do que me preservo, me exponho, rasgo meu peito e mostro meu coração sangrando de amor. Ainda que rasgue todas as minhas veias e dissipe toda minha capacidade de pensar e sentir, ainda que desgaste minha pele e meus orgão internos, eu serei sempre louco e apaixonado.
Não sei mais, como fugir desse meu destino, do meu futuro, qual me reserva o fim da minha racionalidade e o fim talvez até mesmo da minha vida. A cada dia eu me sinto mais vazio e mais feliz, pois eu tiro tudo que há dentro e expulso para orbitar em você, minha gigante estrela, meu amor iluminado. Não há no mundo outra sensação como essa, simplesmente cansar de orbitar a si mesmo e extrair seus compartimentos para outra pessoa, que talvez nem saiba o quanto aquilo valha, numa condição de mais valia, meu amor, eu não valho nada por você, me escravizo aos teus pés e faço o que for preciso.
É simples quando se sabe o que tem que fazer, mas nunca em minha vida, curta, desprezível, tive a oportunidade de me apaixonar por uma lua, por uma estrela particular. Simplesmente já pensei em várias loucuras que poderia fazer e que tenho disposição para fazer, mas me corta a alma e o resquício de plasma que me resta não saber se devo. Sei que preciso segurar sua mão ao menos uma vez, sei que preciso lhe olhar nos olhos e saber o que você já viveu, preciso enlouquecer ao som da tua voz, ao menos uma vez.
Não me faço desintender, sei o que pode parecer, mas é isso que estou tentando mostrar amor, me transformando em lixo, me transformando em apenas um recipiente vazio. Eu lhe amo, de fato eu estou perdendo os sentidos e todas as formas de raciocionio que podia ter, já nem sei se consigo sentir outra coisa além do amor, ou um amor diferente. Eu sinto como se estivesse o tempo todo blue, tentando fugir para uma instancia mais I Love You e eu estou tentando, como nesse poema, mostrar que estou feliz lhe amando, eu estou feliz, mesmo sabendo que não tenho chances, mesmo sabendo que será assim. Tudo bem, eu já sei meu futuro, meu destino e o meu diagnóstico, aqui me despeço, tentando tocar seu coração, tentando lhe tocar uma canção, tentado dizer que eu lhe amo com qualquer intenção, lhe conquistar, lhe fazer amar, ou apenas lhe fazer sorrir, pra mim já basta se eu apenas lhe fizer ler esse texto todo.

D.D( DANI ) =D

O que fazer, quando não há nada a ser feito?

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Please Be Kind

Essa é a primeira vez, ou sinto como se fosse, então porfavor cuide do meu coração com carinho e porfavor seja sutil. Enquanto eu demonstro meus sentimentos por você numa passeata alegórica, desponha do tempo que precisar para descartar ou abraçar um dos muitos. Suplico mais uma vez, porfavor seja sutil, mesmo a reciprocidade não sendo imediata ou nem tardia, suplico, cuide com cuidado, pois mesmo assim lhe entrego o que for preciso para demonstrar o que for preciso ou apenas o que for de luxo ou gentileza.
Agradeço por ter sido sutil, agradeço por ter ouvido o coração doentio, mesmo que sua doença tenha tido um diagnóstico tardio. Amor, uma doença sem precendentes, assim como a intensidade que se demonstra, é mesmo de sofrer e morrer, saber que nunca virá a perecer o que sinto por você. Não há mais muito o que dizer, após o que foi dito, infelizmente não sei como lidar com a situação ou com meu coração, qual bate devagar, agora triste, sem forças para sequer respirar ou gritar numa ultima súplica de uma ultima poesia.

Uma vez, escrevi... como dizer o que deve ser dito?
Não sei se acertei na resposta, mas ao menos eu disse o que devia ser dito e talvez venha a aprender um dia o modo ideal...

=)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

As Much As I Ever Could

Enquanto as horas perdem a voz e os dias os sentidos, eu continuo na mesma direção, esperando o meu trem passar. Entre as verdades e as mentiras ditas e escondidas, há minhas ideologias, acobertando minha vida sofrida, meus discursos emotivos e o despertar de uma nova era ou novas crias. Pra que fingir, não chamar mais meu nome no seu coração, não penera meu codinome, nem meu rosto, nem a história ou a dor.
Se for experimentar tocar outra canção, não se esqueça que notas distorcidas não soam bem, muito menos iguais as que eu um dia toquei. Pense, quanto tempo passou desde que tudo acabou?

Tem dias e dias, hoje eu simplesmente resolvi descobrir o que realmente quero pra mim, sinto muito, mas lhe cortei das prioridades, tenho certeza que alguém em outro céu canta mais alto tua estrela.
Eu continuarei na minha sorte errante, cortando o vento, tentando fazer sangrar o amor, achando que tudo se justifica pela dor. Não vou mentir, não posso fingir que simplesmente tudo passou, eu ainda lhe amo do mesmo modo figurativo, por isso mesmo me privo de terceiras intenções, não vou mais atrás de você, que seja assim minha flor, no fim tudo murcha, essa é a primeira lição para você minha dor.

=)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sem Musicas, Apenas Um Momento Infeliz?

Me sinto cada dia mais fino, desaparecendo do meu plano vivencial, me sinto cada vez mais vazio e menos cheio de vida. A cada sol que se põe e outro que nasce, eu morro e me acostumo ao frio e a inocencia do desagradável desfeixo, qual para mim parece um terno feito exatamente com minhas medidas, um Armani que cabe como uma luva, único, meu.
Ultimamente sinto como se tudo tivesse encolhido e nada me cabe, assim como eu não vejo cabimento para muitas coisas. Tenho me perdido no tempo, me achado em perdidos, tenho medido tempo com distancia, e sentimento com intensidade, assim também tem sido todos os dias, uma utopia para me manter vivo até a hora do sinal de recolhida.
Não vejo exatamente razão nas obras feitas, mas vejo utilidade nas não realizadas, também vejo paradoxos como o unico jeito de sobreviver. Sempre me foi dificil entender o que se passa ao meu redor, quando somos todos tão nossos. Negamos sermos produtos, mas nos vendemos a toda hora, apenas temos a liberdade de escolher a quem faremos a proposta, ainda assim, ultimamente não tenho tido propostas, muito menos interesses de outros partidos e outros produtos de segunda estancia, quais eu, simples, orbito, esperando um dia poder sugar o sol.

Daydreams

Tentei ficar com raiva de você mesmo a culpa sendo minha, tentei não ser tão suscetível ao que você tem, mas sabia que não seria assim. Estou agora a sofrer de novo e a cada dia parece que a dor se agrava, assim como parece que a flecha aproxima-se cada vez mais do meu coração. Já não passo muito tempo sem pensar em você, já não passo um dia sem precisar ver sua foto, já não passo um segundo sem sentir que algo me falta, ou alguém.
Acredite, eu ainda estou tentando me aproximar e de fato lhe dizer algo que valha a pena, acredite que ainda acredito que possa dar em algo. Não que seja fácil para você, mas eu me escondo de mim mesmo quando penso em lhe dizer algo, ou lhe dizer a unica coisa que realmente quero lhe dizer. Veja, eu não tenho certeza se você le, ou já leu o que tanto escrevi sobre você, e nem sei se você achou bonito ou pelo menos não se assustou, pois eu nem lhe conheço e confesso de peito aberto que estou perdido, em amor, em dor, em agonia, em ardor, tudo por você.


Apenas não coloco seu nome em todos os poemas, pois é de praxe por em cada um o nome de uma canção, mas espero que você saiba que todos são pra você.
D.D.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Show Me How To Live

Eu preciso, aprender a viver, preciso tirar essas serpentes feitas de ódio escuro do meu peito e gritá-las ao vento, espalhando o veneno do medo. Preciso rasgar meu coração, para ver o que tem dentro, além da bomba de efeito fugaz, preciso descobrir pra que serve o que tenho nas mãos, pra que serve o dom da loucura se ninguém ouve e ninguém presta atenção. Não há ternura no que vivo e nem honestidade no que sinto, não há felicidade onde estou, acorrentado com tranças de espinhos ao meu cerebro.
Preciso expelir toda farpa cortante da minha pele, preciso sugar meu sangue para dentro outra vez, preciso me sentir vivo sem minha vida. Preciso acelerar o passo e morrer lentamente, preciso descobrir um mistério e morrer de paciência, preciso cuspir meu ódio sangrento e engolir a dor negra e fria como a morte.
Alguém porfavor me ensine a viver, eu estou cansando de fingir e de suprimir meu ar para outros respirarem. Uma luz, necessito mais do que um milagre, mais que um vazio e uma promessa de que tudo vai ficar bem, preciso de grito, caos, agonia e velocidade, preciso correr além do imaginável para me sentir livre de tudo e todos.
Preciso em dois sentidos...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

New Season

Hoje eu acordei em péssimo astral, me sinto fraco e numa antitese violenta, me sinto radiante e feliz, por isso olhei pela janela e percebi que o sol não brilhava como meu coração. Estou doente, sem dúvida, estou doente de loucura, doente de amor. Intoxicado eu estou, sem saída e sem juízo, estou sufocando a loucura que como energia se transforma em sensatez e isso baby, é tudo que posso ser agora.
Tudo começou estranho e meio escuro, mas agora tudo brilha, é tudo intenso e feliz, toda melodia é feita de sonhos e doces. Hoje, descobri finalmente quem é minha doença e quem a merece, mais do que saber eu preciso dizer a esse alguém, talvez não consiga hoje, nem amanhã, porém estou certo que meu coração não aguentará muito tempo. Ele pulsa como se quisesse rasgar meu peito e se entregar ao seu, o mesmo grita de agonia e diz que lhe dói sempre que lhe vê e não consegue se entregar, tem raiva de que você não saiba que eu sempre fui acorrentado ao seu coração e assim todo dia a minha bomba relógio explode.
Eu estou sofrendo, preciso de um andidoto urgentemente, estou sofrendo com o vácuo permanente e destinado a você. Onde está você amor? Porque demora tanta a comparecer? Porfavor, eu preciso do seu amor, não aguento mais o coito e a dor. Preciso urgente que algo aconteça, uma desilusão ou a doce paixão, porfavor, me diga qual dos dois terei, pois não aguento mais esperar. Ah, eu amo, e amo na mesma proporção que sofro e por isso estou morrendo, de dor e agonia, pois rasgo minhas veias e o ar quase todo dia, gritando em silêncio e suplicando de cabeça vazia que tudo se preencha.
Me diga, onde está o seu amor? Não diga que não está aqui, não diga que ele se mudou de mim, mas, não minta caso o seja. Preciso dizer que lhe preciso, com tal urgência que nem sei mais o que fazer, preciso-lhe aqui, preciso-lhe dentro de mim ou ao menos acorrentada do mesmo modo que eu me acorrentei a você. Não há mais o que dizer, só me de um motivo para ainda acreditar na minha dor, me de um sinal, eu preciso saber.

Eu amo e por isso sofro, pois o amor para mim está sendo algo tóxico, que me machuca e cava meu coração sangrento, a procura de algo para tirar em troca. Eu nunca soube que doeria tanto, eu nunca soube que lhe amaria assim, me perdoa se o faço, mas vai além de mim e do que posso querer...

Não há mais o que dizer, só me dê um motivo para ainda acreditar na minha dor, me de um sinal, eu preciso saber...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Amanhã

Ei, me deixa que ainda nem comecei a trocar minha pele e a vida nem é assim tão tortuosa, mas caso a solidão seja próxima, aí sim, venha ao meu encontro que eu estarei aqui, naquele velho ponto. Deixa estar as coisas no seu lugar, o céu, deixa estar azul o teu corpo deixa estar nú e a vida tudo cool. Ta tudo tão bem, faz um tempo confortável lá fora e eu não paro e não consigo parar na estrada, não consigo parar de pensar e machucar a lembrança de te amar, eu continuo é sem ligar pra nada, porque é isso que levo daqui e tiro dali.
Ó que jaz aqui a hora de estagnar, no epitáfil tem nada pra mim, nem luxo nem lixo, nem sequer um quinhão para meu mixto. Ainda há a possibilidade de o mundo acabar, e da arca ao dirigivel nada vai sobrar, pois não voam nem podem flutuar.

EEEEEEEEEEETCHA POVO FELIZ! hahahaha....

FELIZ, começa com D agora...
FELIZ, termina com A vontade...
FELIZ, fala agora com Nada e o tudo que quero...
FELIZ, não sabe hora de Ir embora...

E precisava negritar? Quem sabe ainda não ficou claro ? =D

Pois é

É bom manter o sorriso nos lábios e o seu nome só da boca pra fora, é bom também manter a paciência e a consciência, mantenha tudo na ciência e não se segure no que nada sustenta. É bom manter o humor constante, tirar a poeira da estante bem no instante que tudo explodir, e fingir que nada aconteceu, pois todos querem mais e menos, num instante ou pra sempre, tudo guardado numa camisola ou numa camisa de vênus.
Importante é continuar desfazendo os nós da mágoa, ir chorando felicidade e enganando a triplice divindade dizendo que sempre ta tudo bem. Ai, o importante é manter a continuidade, não importa onde estiver o que importa é ser feliz, no campo, no sobradinho, no palco ou na cidade.
Cansei de ser comodista e equilibrar tudo com as mãos, eu quero tudo a todo momento, eu quero bis e quero ser feliz. Vem comigo e deixa de ser participio do mistério que amo do meu mundo e pare de pedir bis, pois não quero mais continuar assim, minha flor de liz. Lhe quero aqui, comigo, pra eu poder ser feliz.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Dana Leigh

O que é preciso ou até onde é preciso ir, o quão fundo deve-se mergulhar para poder morrer, ou apenas para sumir e não assumir nenhuma das escolhas necessárias? Onde deve-se procurar ou o quanto deve-se procurar por algo não tangível, porém que tange sua vida em linhas finas e quase que imperceptíveis. O quanto é preciso sofrer ou ficar em silêncio para ser ouvido e para ser entendido? Espero que um dia você entenda.
O quão perfeito podemos ser, sem nos comprometer em assumir algo para nós mesmos? Eu preciso de algo e assumo que preciso, mas acredito que não há muita precisão no meu desespero, muito menos autenticidade no meu sentimento. Já me perdi entre palavras, atos e omissões, já não sei até onde devo levar o que me leva pra fora de tudo.
Até onde vai essa estrada que eu não sei se aguento segui? Até onde vai o fervilhar do meu sangue pelo teu? Até onde vai a ligação que nos separa? Até onde vai a dificuldade de lhe conhecer? Até onde vai a noite cortante, de sonhos infinitos? Até vai essa realidade insana pra mim? Até quando vai fingir que não sabe, que não sabe que é assim dificil?

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Uma Grande Canção Para Um Grande Coração

É sempre hora de teste e aprovação, bata no peito e não deixe a bola cair meu irmão, todos temos a responsabilidade de mantermos a integridade. Continue sem cair, se vir a acontecer, levante-se e aprenda a crescer, lembre-se de seus ídolos e de quem anda contigo, não seja muleta pra ninguém, não bata na mureta de graça, pule o que vier, seja quem quiser, é contigo a responsa de descobrir o que quer.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Twisted

Tudo se contorçe em meio ao aço e o fogo, tudo se transforma em pena em meio a compreensão e o pesar, tudo se torna um em meio a pluralidade comum social. Todos somos um e um são todos ao mesmo tempo e em todos os lugares, todos temos uma crença e uma crença não acredita em nenhum de nós, somos todos filhos perdidos, achados em sentenças soltas pelo ar.
Os sorrisos são conjuntos de dentes, conjuntos complexos de nervos e mais algumas taças de vinho ou do que vier. O choro é uma tempestade interna, em inverno nos fechamos e expelimos o que nos faz mal. A respiração é um lembrete de que podemos controlar algumas coisas, mas sempre dependemos de outras e de nada temos controle. Os sentimentos são nossas correntes e nossa maior falha de um segundo pensamento.
Somos todos distorçidos em todos os sentidos, façes boas e ruins, caras e caretas, somos todos notas distorçidas e tortas que não soam bem aos ouvidos. O devaneio espacial e transcedental ao próprio se faz presente sempre na doce ilusão de uma vida, de um controle remoto pro que se faz ou o que se fala.
Somos todos contorcidos em dor e ranger de dentes, apagados como uma página de um livro antigo. Somos o pó reduzido a cinzas, somos o sofrimento de um erro de calculo, somos as maquinas de um mundo livre, somos o fim da nossa cupula reprodutória que chamamos de planeta, somos uma parte de um grande ser vivo. Estamos localizados em meio ao ácido corrosivo da engação, da ilusão e todos preferimos assim, pois, nunca conseguimos entender a razão de tudo ser assim.
Somos o que somos, porque, ninguém consegue mais nos desligar e assim alimentamos nosso criador que não quer mais vagar por aí, assim mantemos vivo toda forma que deseja a morte e nós, mortos queriamos só estarmos vivos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Danielly

Eu sinto que já senti muito por algo que nem sequer senti, mas é claro que sinto ainda pela minha musica que não toca mais e que me corta com palavras tortas. Sinto que tudo isso já passou e que tudo já foi inverno, verão e agora é primavera, desde quando conheci outra canção. É dificil repetir tanto a mesma canção, sem que ela saiba que tenha um significado e é ainda mais dificil fingir que não tem, mas sempre que tento, me perco em palavras, pensamentos e frustrações internas.
Não sei como dizer que lhe amo, não sei como dizer que apesar de não saber quem é você, eu lhe amo! Por isso me engasgo todo dia com a minha agonia, me torno reservado e sem palavras. Não há mais espaço dentro, a nao ser pra você.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Kriptonita

Hoje tudo mudou, quando olhei pela janela do carro, tudo parou. Não consigo lembrar qual foi a ultima coisa que pensei ou o que disse bem baixinho, mas sei que não conseguiria descrever a cena, a cena de quando eu me encontrei com ela. Vestida de verde, tão reluzente que fez meu Fevereiro se estender em sol e primavera, o efeito radioativo afetou meus ossos que agora florescem a luz do sol.
Não consigo falar mais rápido nem lembrar mais devagar, continuo repassando o filme durante horas e horas, continuo tentando lembrar o rosto e a sensação de cair ao ar livre, de cair em uma corrente de ar em combustão, queimando meus tecidos e me fazendo rir de emoção. Agora consigo me jogar de um prédio sempre que quero, não corro mais o risco de morrer vivo e viver acordado.
Nada é forçado mais, aprendi a viver com minha kriptonita reversa, uma transcriptase reversa, me transforma em cura para meu vírus eu. Sou apaixonado por meu medo e derrotado por minha vitória, mas agora sou o rei da chuva e nada mais me assusta ou me machuca, pois eu tenho minha pedra alienigena comigo, ela não pode ser desse planeta, pois é tão perfeita e tão certa de que sou certo para me derrotar que me amarro cada vez mais a ela e cada vez mais nós vencemos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Zerar e Recomeçar

Não sei onde devo procurar a minha fortitude, onde devo encontrar a mim mesmo ou mesmo se devo fazer algo a respeito. Apenas tento destruir as correntes que me perseguem e me dopam de maneiras diferentes para que tudo possa parece algo simples e contemporâneo, mas eu já vi essa cena antes, em um futuro próximo retratando um passado distante.
Tudo veio para me tirar daqui e tirar tudo que eu tinha pra dizer, mas eu permaneço e cada vez mais forte e sendo fortalecido por todos que me cercam e me querem bem de verdade.
Não tenho muito o que dizer mais, apenas pensamentos vagos que de nada servem serem postados, aprendi que minha mente deve ser mais um tumulo que um canal de divulgação.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Resto

Espero, que um dia tudo possa se tranfigurar, de um lado do mundo eu vejo uma pequena luz, mas ela não compartilha poder, nem lados, nem privilégios. Por isso vivo na minha escuridão privada, minha tranquilidade que salta aos olhos, os rasga e os esmaga, violenta e confortante. Não vejo mais nada, nem faço mais questão de partilhar nada com esse mundo que hoje sinto ódio e temor, como se tivesse um passado glorioso manchado de sangue e decepção.
Não tenho mais nada pra oferecer a minha morte, e a cada dia aprendo a conviver com ela abocanhando minha cabeça e me tranformando em menos humano, ou menos ser a cada dia. Quero o sangue na minha boca, o ódio na minha pele, o temor ao meu redor, quero ser eu cada vez pior e cada vez mais eu.
Não pretendo ser o fantoche para sempre, minhas ambições não me permitem, eu quero a destruição, o mal. Assim que um dia virar o mestre, tranformarei a luz que não dividi lados e poder, em um buraco negro, só, sem nenhum motivo para rir ou brilhar ou mesmo para existir.
Desta maneira, deixo o mundo em mãos mais odiósas, mais temerosas, pois eu....
Eu sou só o começo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Just Fine

Continuo, nessa longa estrada eu continuo, tentando assimilar o que já passou e aplicar no que esta por vir, tentando resistir, tentando me manter em pé, tentando rastejar ao menos até ao ponto de chegada. O que me espera lá, uma ampulheta, uma oportunidade caricata, uma pessoa especial? Só continuo em silêncio.
Ainda é dificil respirar, ainda é dificil me achar, mesmo que por um segundo. Continuo minha própria tortura, forçando-me acordar desse cansasso através da dor, porque o amor não vale nada e eu já tentei por esse caminho. Continuo sem esperanças, um andarilho sem sentido e sem missões a serem cumpridas, sem nenhum entendimento do que o cerca.
Ainda escrevo, sem parar minha caminhada e jogo todos esses poemas cortantes e textos alarmantes na sarjeta do meu coração, tentando me corromper por um lugar já comrropido. Preciso de mais pulso, ou impulso, preciso de mais ódio e agradeço por todo o que acumulei, pois se mostrou mais eficiente do que o "carinho", preocupação ou até mesmo do que a dor.
Continuo...