sábado, 31 de outubro de 2009
Fumaça Louca
Quem me garante que não sou um poeta louco, que de loucura em loucura achou um pensamento, um vestígio de lucidez, uma pedra ou um monte para descansar de vez.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
One Last Time
Saiba que o passado dói em mim, o descaso e as velhas declarações no ar fazem o meu mais pesado e rarefeito, sinta a dor do meu coração que pulsa devagar. A, B, C e D, tudo me lembra o quanto tenho medo de te perder e quando olho esses retratos com marcas do passado, eu me vejo perdido e lonje. Encaixoto minhas coisas, mas agradeço, antes de te conhecer eu era triste.
Dói tanto a ponto de me fazer chorar, dói tanto a ponto de me fazer esquecer que talvez aquilo não tenha mais importancia. Me perdooa se eu não consegui varrer o pátio do seu coração, as novas folhas que caem, misturam com o cetim que ficou pra trás. Não pretendo ser a mistura, pretendo ser homogeneo, mas o passado lhe quer e me da rasteiras pra lhe ter.
Me perdooa, não consegui relevar, um aviso já bastava...
Eu apaguei tudo...
Apaguei tudo que tinha do meu passado, me perdooa se te peço pra apagar um passado bom, mas não consigo conviver, preciso de um espaço só meu em você, pra poder viver.
"...Can I hold you one last time, to fight this fear that is growing in my mind..."
Dói tanto a ponto de me fazer chorar, dói tanto a ponto de me fazer esquecer que talvez aquilo não tenha mais importancia. Me perdooa se eu não consegui varrer o pátio do seu coração, as novas folhas que caem, misturam com o cetim que ficou pra trás. Não pretendo ser a mistura, pretendo ser homogeneo, mas o passado lhe quer e me da rasteiras pra lhe ter.
Me perdooa, não consegui relevar, um aviso já bastava...
Eu apaguei tudo...
Apaguei tudo que tinha do meu passado, me perdooa se te peço pra apagar um passado bom, mas não consigo conviver, preciso de um espaço só meu em você, pra poder viver.
"...Can I hold you one last time, to fight this fear that is growing in my mind..."
terça-feira, 13 de outubro de 2009
It's A Man's World
Alguém ache um lugar para eu ficar, para eu me encaixar, para eu deixar de ser o nada além do óbvio, do suporte dos luxos, do prazer do uso e desuso. Acredite-me, não há como confundir o mundo em que vivo, ou melhor, sobrevivo, com sonhos e fantasias, misticismos a parte eu me revigoro todo dia, quando o estéreo toca o Soul, tricando minha alma e fazendo-a nascer de novo por dentro.
Refrescando meus pensamentos, consigo lembrar de como já foi o mundo, a vida era cheia dela mesma. Lembro-me de doces momentos, as festas coloridas, os bailes inflamáveis, as danças nas chuvas, as próprias lembranças do que nunca tivera. Agora o que posso dizer, é que já não é como antigamente, o mundo não significa nada, e a vida é simples, cenas de ações fracas com defeitos especiais repetidos.
Apesar de tudo, sei que não estou só, minha força é conjunta, mas a inutilidade é singular...
Refrescando meus pensamentos, consigo lembrar de como já foi o mundo, a vida era cheia dela mesma. Lembro-me de doces momentos, as festas coloridas, os bailes inflamáveis, as danças nas chuvas, as próprias lembranças do que nunca tivera. Agora o que posso dizer, é que já não é como antigamente, o mundo não significa nada, e a vida é simples, cenas de ações fracas com defeitos especiais repetidos.
Apesar de tudo, sei que não estou só, minha força é conjunta, mas a inutilidade é singular...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Codinome Beija-Flor
Não há mais nada para me confortar, nem as drogas que eu tanto me utilizei uma vez agora destilam meu sangue, para correr mais fácil. O rancor se aloja em minhas veias como um coágulo, uma nova doença sem procedencia, rasgando minhas veias, mas pode deixar meu bem, eu seguirei minha estrela, meu futuro me aguarda no meu caminho de pedras brancas, que trilhei com meu cartão, fazer meus pedidos não me garante intenções.
Deixe meu bem, a cicatriz aberta, exposta a meus inimigos, minha fraqueza não é a dor e sim a discrença no meu amor. Não precisa me proteger, fingir que não lhe dói mais mentir, dizer que ama sem nada em troca, se sempre tenho que dar tudo de mim. Meu coração nunca foi dado, repartido, apenas foi trincado, arranhado e arrancado de meu peito antes que pudesse ter a chance de ter sido dividido, não me interessa por quais motivos, eu bem sei meu amor... eu também tento reviver nossos sorrisos.
Deixe meu bem, a cicatriz aberta, exposta a meus inimigos, minha fraqueza não é a dor e sim a discrença no meu amor. Não precisa me proteger, fingir que não lhe dói mais mentir, dizer que ama sem nada em troca, se sempre tenho que dar tudo de mim. Meu coração nunca foi dado, repartido, apenas foi trincado, arranhado e arrancado de meu peito antes que pudesse ter a chance de ter sido dividido, não me interessa por quais motivos, eu bem sei meu amor... eu também tento reviver nossos sorrisos.
Ideologia
Me pergunto se tempo é sinônimo de evolução, depois de tanto tempo acho que já nem sei quem sou, nesse período me perco mais e mais pra mim e pro que me cerca. De nada me serviu tantos modos, e tantos segredos se no fim o que vale é a verdade entre nós, mascarada por mentiras e seus nós. O amor é tão real quanto um pedaço de um momento de inspiração, de tanto usar o mesmo motivo se desgasta, se perde.
Pra que amor? Continuar batendo contra uma parede que não se pode quebrar, pra que fingir que ainda há emoção? A cada dia que passamos juntos, mais distantes, e tudo vira apenas mais uma distração, um passa tempo na sala de estar, onde estamos desde o dia que chegamos. Veja, estes não somos nós.
Eu peço paciência, para receber os dias que vêm, para prender o choro e o rancor, sei que não há culpa em ser culpado de culpar alguém, mas eu lhe cubro de dividas e dúvidas, advindas de uma quebra de contrato duvidoso. Eu não acredito mais em mudar o mundo, depois que rasgaram na minha frente a instituição falhida que ainda me enganava, ou me sustentava...
Eu só quero uma pra viver...
Pra que amor? Continuar batendo contra uma parede que não se pode quebrar, pra que fingir que ainda há emoção? A cada dia que passamos juntos, mais distantes, e tudo vira apenas mais uma distração, um passa tempo na sala de estar, onde estamos desde o dia que chegamos. Veja, estes não somos nós.
Eu peço paciência, para receber os dias que vêm, para prender o choro e o rancor, sei que não há culpa em ser culpado de culpar alguém, mas eu lhe cubro de dividas e dúvidas, advindas de uma quebra de contrato duvidoso. Eu não acredito mais em mudar o mundo, depois que rasgaram na minha frente a instituição falhida que ainda me enganava, ou me sustentava...
Eu só quero uma pra viver...
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