Durante minhas idas e vindas pelos cantos obscuros, vim refletindo... sinceramente não busquei nenhuma lógica em meus pensamentos, pois a diversão começa exatamente no imaginário não é? É meu caro amigo... hoje ando sempre com muita pressa e o mundo ao meu redor me engole em raiva, caos, pressa, estresse, ele simplesmente não quer apenas ser uma estrutura, é tarde demais para isso devo dizer-lhe amigo.
Acredito ou melhor... passei a acreditar hoje, após meu raciocínio durante a minha ida no onibus que um belo dia, como Kafka previu, ou apenas imaginou ( claro, não sobre o mesmo contexto ) eu acordei tendo asas. Não me transfigurarei, muito menos virarei um monstro, eu serei mais um dos milhares e milhões de pessoas incluídas na nova evolução. Sempre me perguntei o por que de a evolução ter parado, o por que de não evoluirmos mais, pois sempre vi e ainda vejo tantas coisas para se evoluir.
Ter asas meu caro não será tão util quanto uma melhor mentalidade e uma melhor vivencia em grupo, mas é o que a cultura hoje dita e é isso que nós deveremos vestir. Já prevejo que haverá um grande alvoroço no mundo da moda, na rede economica, política, menos no intelecto, aceitando um grito de desespero do corpo como um sussuro para comprar-se mais. Bem meu caro amigo, essa foi apenas uma reflexão que tive hoje, infelizmente não lembrei com todas as palavras o que pensei e como sorri ao pensá-las, mas enfim... espero que reflita também.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Dom Quixote ( Carta 2 )
Vejo que não foi tão simples assim hein, meu caro Dom? Ser apaixonado é realmente dificil e incompreensível as vezes, mesmo quando se tem convicção de estar certo de algo. Aprendi também nessa jornada que não adianta o quanto você faça seu coração gritar e o faça arrancar as cordas vocais de si mesmo, ninguém o escutará além de você mesmo e que algumas coisas simplesmente não são compreendidas.
Ainda lembro-me do que você me dizia, meu amigo, sobre vendavais, amores, ilusões, sorrisos e o quanto todos são equivalentes na poção final da vida. Lembro que ao escutar as histórias, sempre quis ser o fiél escudeiro e sou grato por o ter sido, pois hoje tenho muito mais crédito não ? Não digo em dinheiro ou favores... mas eu conheço muitas coisas e poucas do total e assumo o que não sei muito mais do que eu sei.
Até mais Dom Quixote...
Ainda lembro-me do que você me dizia, meu amigo, sobre vendavais, amores, ilusões, sorrisos e o quanto todos são equivalentes na poção final da vida. Lembro que ao escutar as histórias, sempre quis ser o fiél escudeiro e sou grato por o ter sido, pois hoje tenho muito mais crédito não ? Não digo em dinheiro ou favores... mas eu conheço muitas coisas e poucas do total e assumo o que não sei muito mais do que eu sei.
Até mais Dom Quixote...
domingo, 25 de abril de 2010
Don't Know Why ( Carta 1)
Acho que começo a entender as coisas de novo, é sempre assim entende? Um dia as coisas simplesmente fogem do controle e nada mais parece valer a pena lutar, mas de repente quando paro para pensar com calma no que realmente ocorreu, me vejo sem razão nenhuma para não sorrir ou não levantar de manhã cedo mais uma vez. Sempre vejo o sol mais brilhante e bonito a cada vez que completo um ciclo destes e me revigoro... não me transformo, pois continuo o mesmo, apenas me revigoro.
Aprendi a brincar mais com meus sentimentos, é mais fácil quando se compreende que a vida é assim mesmo, um dia tudo está em ordem e no outro, você acorda caindo da cama. A verdade que me toma ultimamente é a de que todos sabem quem você é, menos você mesmo e que viver sem precisar dos outros é uma utopia, pois eles são seus espelhos. Eu sou o rei das fichas brancas, pois todos os dias eu me impulsiono a levantar e tentar mais uma vez, mesmo sabendo que a propósta não durará vinte e quatro horas.
Espero que você goste de quem é, pois isto é o que temos, pois isso é o que somos e caso não goste, não perca tempo buscando aprovação, se revigore e se aprove. Não canso mais de me buscar, não temo em me encontrar, não mais... eu apenas sei o quanto vale a pena o ciclo completo e o quão perto se pode chegar de desistir da vida, desistindo do mundo e de todos ao redor.
Algumas reflexões salvam dias, outras vidas, outras momentos, outras simplesmente lhe guardam um sorriso no final, outras uma cara de pensativo, outras uma emoção. A minha, salvou-me o eu, pense nisso como se fosse a sua. Para os que leem meu blog ou para os que simplesmente lerem a esta reflexão ou depoimento, não se deixem passar em branco... e caso não entendam o que escrevi desde o inicio, peço-lhes que voltem e tentem mais uma vez, se deem mais uma chance.
Aprendi a brincar mais com meus sentimentos, é mais fácil quando se compreende que a vida é assim mesmo, um dia tudo está em ordem e no outro, você acorda caindo da cama. A verdade que me toma ultimamente é a de que todos sabem quem você é, menos você mesmo e que viver sem precisar dos outros é uma utopia, pois eles são seus espelhos. Eu sou o rei das fichas brancas, pois todos os dias eu me impulsiono a levantar e tentar mais uma vez, mesmo sabendo que a propósta não durará vinte e quatro horas.
Espero que você goste de quem é, pois isto é o que temos, pois isso é o que somos e caso não goste, não perca tempo buscando aprovação, se revigore e se aprove. Não canso mais de me buscar, não temo em me encontrar, não mais... eu apenas sei o quanto vale a pena o ciclo completo e o quão perto se pode chegar de desistir da vida, desistindo do mundo e de todos ao redor.
Algumas reflexões salvam dias, outras vidas, outras momentos, outras simplesmente lhe guardam um sorriso no final, outras uma cara de pensativo, outras uma emoção. A minha, salvou-me o eu, pense nisso como se fosse a sua. Para os que leem meu blog ou para os que simplesmente lerem a esta reflexão ou depoimento, não se deixem passar em branco... e caso não entendam o que escrevi desde o inicio, peço-lhes que voltem e tentem mais uma vez, se deem mais uma chance.
sábado, 24 de abril de 2010
Sgt. Major
Foda-se... é assim que começo minha tragédia.
Hoje cuspo ódio, corto minha carne e o sangue se converte em almas penadas, em corações rancorosos e podres, me viro ao avesso e me transformo em uma supernova negra, uma radiação de sentimentos primitivos e odiosos. Hoje detesto minha vida fétida e simplesmente desprezo os lugares que me sustentam, pois como podem sustentar um algo?
Ninguém sabe o que eu sou, o que eu serei... eu não sei onde estou nem aonde quero chegar, só sei que quero parar de vomitar minha raiva e meus sentimentos. Preciso de um tempo para me contorcer e conseguir tirar de mim algo que preste, algo que defina o que sinto ou algo que defina o que sou daqui em diante.
Eu me afundo mais uma vez na podridão do eu. Foda-se, dessa vez não quero que ninguém me tire ou tente encostar em mim... esse coração é meu e aqui ficará, não compartilharei amor como ninguém, não compartilharei perdão e não serei sensível.
"...peace is always by my side, but I've never felt it once..."
Hoje cuspo ódio, corto minha carne e o sangue se converte em almas penadas, em corações rancorosos e podres, me viro ao avesso e me transformo em uma supernova negra, uma radiação de sentimentos primitivos e odiosos. Hoje detesto minha vida fétida e simplesmente desprezo os lugares que me sustentam, pois como podem sustentar um algo?
Ninguém sabe o que eu sou, o que eu serei... eu não sei onde estou nem aonde quero chegar, só sei que quero parar de vomitar minha raiva e meus sentimentos. Preciso de um tempo para me contorcer e conseguir tirar de mim algo que preste, algo que defina o que sinto ou algo que defina o que sou daqui em diante.
Eu me afundo mais uma vez na podridão do eu. Foda-se, dessa vez não quero que ninguém me tire ou tente encostar em mim... esse coração é meu e aqui ficará, não compartilharei amor como ninguém, não compartilharei perdão e não serei sensível.
"...peace is always by my side, but I've never felt it once..."
domingo, 18 de abril de 2010
Black & Blue
Quando meu coração se dividiu em dois, não biologicamente normal, mas fisicamente assustador ângulo de uma equação da força centripeta, me senti como domingo. Sou agora mais feliz, bloqueando as imagens negras e azuis, sou agora mais preso depois que me deixei livre de tudo, sou agora menos do todo e mais de cada parte.
Ainda assim, me sinto gelado e não tenho mais medo de crescer, mas tenho muito mais medo de não saber o que fazer com as possibilidades. Eu ando me perdendo nas variáveis, pois não sei onde errei para não conseguir obter um tempo vago no seu coração, simplesmente não entendo o porque de eu permanecer só; só te querendo e você só; só querendo algo além. Não entendo como posso me fazer amar alguém que não conheço e como posso sofrer tanto, caso esqueço o que senti e apenas lembro do fim, não consigo compreender como sonho tão intensamente com o momento que realizarei aquele momento vivido durante tantos anos na minha imaginação.
Um simples aperto de mãos, um simples beijo na bochecha ou até mesmo um insignifcante oi, podem tornar-se motivos infinitos para conversas e uma apresentação ao inimaginável sentimento doentio de amar. Se amo, não foi porcausa de motivos, não foi porcausa de uma canção, do alcool nas veias, nem dos tóxicos na mente, é apenas pela vontade de amar e de me ter em você, é apenas a vontade de ser quem sou em alguém onde não estou, é a vontade de possuir e não ter, é a vontade de alugar um coração como o meu, sangrando, despedaçado, como um nucleo, está puxando o que pode para o seu centro, pois precisa de algo para consertar o vão, o vago, o vacuo.
Ainda assim, me sinto gelado e não tenho mais medo de crescer, mas tenho muito mais medo de não saber o que fazer com as possibilidades. Eu ando me perdendo nas variáveis, pois não sei onde errei para não conseguir obter um tempo vago no seu coração, simplesmente não entendo o porque de eu permanecer só; só te querendo e você só; só querendo algo além. Não entendo como posso me fazer amar alguém que não conheço e como posso sofrer tanto, caso esqueço o que senti e apenas lembro do fim, não consigo compreender como sonho tão intensamente com o momento que realizarei aquele momento vivido durante tantos anos na minha imaginação.
Um simples aperto de mãos, um simples beijo na bochecha ou até mesmo um insignifcante oi, podem tornar-se motivos infinitos para conversas e uma apresentação ao inimaginável sentimento doentio de amar. Se amo, não foi porcausa de motivos, não foi porcausa de uma canção, do alcool nas veias, nem dos tóxicos na mente, é apenas pela vontade de amar e de me ter em você, é apenas a vontade de ser quem sou em alguém onde não estou, é a vontade de possuir e não ter, é a vontade de alugar um coração como o meu, sangrando, despedaçado, como um nucleo, está puxando o que pode para o seu centro, pois precisa de algo para consertar o vão, o vago, o vacuo.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Sad News
Eu me despi de minha alma, pois estava cansado de estar preso sempre a uma medalha, de bronze, prata ou ouro, estava cansado de ter que ocupar um lugar no plano. Simplesmente me mudei para o espaço, tomei uma forma como fórmula imutável de me transferir boas novas, pois percebi que me valhe mais me desprender dos mitos e das cópias, percebi pensando sobre o pensado que as vezes pensar machuca e que as vezes, pensar é libertador, e ao mesmo tempo me acorrenta ao vácuo, o meu vazio particular.
Me alojo aqui, no fundo do meu vácuo e no inicio do meu despertar para fora de uma caverna ou de um prédio, dirigindo meu carro e trajando minhas roupas sujas de cinzas dos tragos infinitos. Afirmo que aqui fora é o mesmo de dentro, pois ainda me prendo a algo que faz questão de me prender, aqui as idéias alheias ainda são vivas. Não fui eu que implantei esse espaço, por isso rasgo meu rosto, deixo minhas roupas em chama, me despeço de meus ossos, mordo minhas veias e entorto meus dedos, pois aqui eu sou uma alma sem cor, sem valor, sem nada que me impeça de ser mais, sem nada que impeça de sonhar e me faça ser imutável.
Não entendo, as vezes , simplesmente não entendo...
Me alojo aqui, no fundo do meu vácuo e no inicio do meu despertar para fora de uma caverna ou de um prédio, dirigindo meu carro e trajando minhas roupas sujas de cinzas dos tragos infinitos. Afirmo que aqui fora é o mesmo de dentro, pois ainda me prendo a algo que faz questão de me prender, aqui as idéias alheias ainda são vivas. Não fui eu que implantei esse espaço, por isso rasgo meu rosto, deixo minhas roupas em chama, me despeço de meus ossos, mordo minhas veias e entorto meus dedos, pois aqui eu sou uma alma sem cor, sem valor, sem nada que me impeça de ser mais, sem nada que impeça de sonhar e me faça ser imutável.
Não entendo, as vezes , simplesmente não entendo...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
So Far
Ando me levando além do que pensei que podia ir, ando me elevando enquanto deito e durmo, sonhando aos poucos chego mais perto do meu balão imaginário com os pés fora do chão. Descobri que posso ser o que todos são, aos poucos melhor que jámais serei e muito menos do que todos serão, descobri que para ficar extressado não precisam-se de muitos motivos, mas para assumir um erro, precisam-se de muitas palavras e consciência. Vim pensando, de lá pra cá se o que tenho em oferta valhe mais do que vendo e o que vendo valhe mais do que oferto.
De fato não é simples entender quando ainda se está no inicio, na largada, na linha de saída que é a mesma da de chegada, porém é um pouco mais em outro plano. Aprendi que o real estimula o ideal, numa relação de mais valia na qual valia mais pra mim sonhar do que realizar, assim realizei que o real é muito mais baseado em sonho dos que sonharam para realizar o concreto. É assim, a vida não pede nenhuma ajuda, muito menos cedeu alguma, mas ela puxa, ela esperneia, pois quer sempre mais, quer desejar muito mais, quer lhe levar para muito além do que se pode imaginar.
Se existem várias possibilidades, porque, porque se deter a poucos planos e poucas idéias? Porque se deter ao básico, quando o complexo está na sua mão, na sua frente, esperando, gritando, expelindo seus orgãos vitais, esperando evaporar-se para talvez virar um vírus infectante para as massas. Não me detenho mais a mim, nem muito menos a ti, eu sou o espectro, eu sou o vapor, eu sou o sol, a lua, o amor... eu sou além do que já fui, eu sou além do que a vida quis que eu fosse, eu sou além daquilo que sou.
Não sou mais carcaça, não sou mais casulo, não sou mais metáfase, muito menos me trasnformei em uma transcriptase reversa ambulante. Não vim para codificar ninguém, nem a mim mesmo, pois a isso não há uso e nem desuso, é tudo fútil e muito perto do plano ocular. Eu vim para a dialética com o que quiser dialogar, eu vim para ficar, mas não aqui, não aqui nesse lugar, pois não sou daqui sou de além, sou mais, sou menos, sou insignifcante, massa desprezível, sou uma camada distante demais do núcleo e não sofro nenhuma influencia, muito menos influencio outras camadas.
Sou um poeta, sou um profeta, sou o que serei amanhã, sou o que jamais serei a vida inteira, pois dois dias não se repetem e um mês não forma um ano, assim como um ano não forma uma vida inteira, assim como um inteiro é o nada, e a parte pode muito bem ser o inteiro. O que eu vejo é meu, o que eu toco é de todos, o que eu desejo é um sonho, é um real, é o utópico, pois agora me sinto indeciso, pois preciso cada vez mais do ideal para voltar a sonhar com o real, pois ninguém mais parece real e só eu pareço além. Não percebem a tristeza de estar só, não percebem a tristeza de permanecerem na linha de chegada, no mesmo plano, no horizonte sem dono.
De fato não é simples entender quando ainda se está no inicio, na largada, na linha de saída que é a mesma da de chegada, porém é um pouco mais em outro plano. Aprendi que o real estimula o ideal, numa relação de mais valia na qual valia mais pra mim sonhar do que realizar, assim realizei que o real é muito mais baseado em sonho dos que sonharam para realizar o concreto. É assim, a vida não pede nenhuma ajuda, muito menos cedeu alguma, mas ela puxa, ela esperneia, pois quer sempre mais, quer desejar muito mais, quer lhe levar para muito além do que se pode imaginar.
Se existem várias possibilidades, porque, porque se deter a poucos planos e poucas idéias? Porque se deter ao básico, quando o complexo está na sua mão, na sua frente, esperando, gritando, expelindo seus orgãos vitais, esperando evaporar-se para talvez virar um vírus infectante para as massas. Não me detenho mais a mim, nem muito menos a ti, eu sou o espectro, eu sou o vapor, eu sou o sol, a lua, o amor... eu sou além do que já fui, eu sou além do que a vida quis que eu fosse, eu sou além daquilo que sou.
Não sou mais carcaça, não sou mais casulo, não sou mais metáfase, muito menos me trasnformei em uma transcriptase reversa ambulante. Não vim para codificar ninguém, nem a mim mesmo, pois a isso não há uso e nem desuso, é tudo fútil e muito perto do plano ocular. Eu vim para a dialética com o que quiser dialogar, eu vim para ficar, mas não aqui, não aqui nesse lugar, pois não sou daqui sou de além, sou mais, sou menos, sou insignifcante, massa desprezível, sou uma camada distante demais do núcleo e não sofro nenhuma influencia, muito menos influencio outras camadas.
Sou um poeta, sou um profeta, sou o que serei amanhã, sou o que jamais serei a vida inteira, pois dois dias não se repetem e um mês não forma um ano, assim como um ano não forma uma vida inteira, assim como um inteiro é o nada, e a parte pode muito bem ser o inteiro. O que eu vejo é meu, o que eu toco é de todos, o que eu desejo é um sonho, é um real, é o utópico, pois agora me sinto indeciso, pois preciso cada vez mais do ideal para voltar a sonhar com o real, pois ninguém mais parece real e só eu pareço além. Não percebem a tristeza de estar só, não percebem a tristeza de permanecerem na linha de chegada, no mesmo plano, no horizonte sem dono.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Hero
A falta nos faz tão doente quanto o excesso, mas eu preferiria o excesso de seus olhos do que da sua falta. Preferiria ser o vilão do que o herói que apenas orbita você, lhe protegendo dele mesmo, do que ser o mocinho que pede trégua, que se rende a solidão do que lutar pela felicidade ao seu lado.
Sem muitas palavras para serem escritas ultimamente, mas muito sentimentos para serem sentidos por alguém...
Afinal, eu sou um herói...!?
Sem muitas palavras para serem escritas ultimamente, mas muito sentimentos para serem sentidos por alguém...
Afinal, eu sou um herói...!?
Tearing Me Apart
Quando estamos todos indo ao inicio de tudo, quando estamos todos andando em circulos, o que nos faz vivos? Eu tinha a resposta, eu tinha o nome, eu tinha o que me fazia vivo... quando você estava por perto, apenas me dando vida. Agora estou caindo aos pedaços como um castelo de areia que não se sustenta sem as mãos do artesão, como um passáro que não sabe voar só, como um cego sem guia e sem experiência.
Não há você em nenhum lugar, nem nos cantos, nem nas estantes empoeiradas, em lugar nenhum. Não há mais vida em meu lar, nem a cura pro meu vício, nem a vontade da prática, nem o sangue quente a ferver a lança. Eu apenas continuo me lançando, sem sentido, pra nenhuma lugar...
"Just tearing me apart, what you have done?"
Hoje senti falta mais uma vez de uma pessoa que nunca conheci...
Não há você em nenhum lugar, nem nos cantos, nem nas estantes empoeiradas, em lugar nenhum. Não há mais vida em meu lar, nem a cura pro meu vício, nem a vontade da prática, nem o sangue quente a ferver a lança. Eu apenas continuo me lançando, sem sentido, pra nenhuma lugar...
"Just tearing me apart, what you have done?"
Hoje senti falta mais uma vez de uma pessoa que nunca conheci...
D.D
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