Quem ver-te passar assim tão formosa, tão leve que teus pés chegam a não tocar o chão, tão leve que nem lembras do que te passas ao redor. Tão solta que não lembras o porque de teu rosto ainda estar lindo assim, enquanto o meu apodrece sem teus carinhos e mimos, sem tuas palavras e sorrisos para o acalmar em tempos de fúria e tempestade, não te recordas de quanto tempo ando gritando teu nome ao vento, o qual de ciúmes parece ter-te levado para longe no olho do furacão.
Determinas teus empenhos em tuas luxurias e teus desejos e eu acanhado ainda empenho meu sonho transfigurar-se em real, assim tendo-te em meus braços e abraços.
Para... F
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Speechless
Confuso demais estou, não sinto-me confortável com meus minutos de vida e não me sinto afável aqui. Quando passará alguém por perto? Quando saberei o que realmente és e o que realmente será para mim?
domingo, 9 de maio de 2010
Signal Fire
Ai de mim, apaixonei-me mais uma vez e pela mesma pessoa... pergunto-me quantas voltas o tempo e o planeta terão de dar para que eu aprenda a lhe conquistar ou para eu parar. A história é sempre igual, estou em uma tragédia grega e os erros são sempre os mesmos, não importa o quanto o tempo passe nada passará batido e tudo será igual, como em uma equação há sempre uma variável, não fujo desta constante, meu amor... continua sempre aumentando.
Agora que voltei a me arrastar aos teus olhares e teus sorrisos, rasgo-me as veias para que extravaze o excedente, pois meu corpo não suporta mais. Não quero mais esperar o pra sempre para no fim esperar o final de uma reticências, nem uma virgula, nem um ponto seguida, por isso avançarei, cansei de estar aqui no mesmo lugar há mil anos e você sempre passar na minha frente.
As palavras nunca cruzam com minha mente e assim seguimos sempre caminhos contrários e eu somente me importo em esquecer para esquecer também a dor. Não adiantaria jogar-me a frente dos carros ou a sua, daria sempre o mesmo resultado até quando você decidir guiar-me em segurança ou olhar para o lado em alguma circustancia, não pense que não ficarei a esperar, pois aqui estou e aqui estarei, pois meu tempo por você meu amor... é circular.
A garota que sempre observei, hoje fazem 2 anos que a olho e apenas olho... um dia... um dia, ao menos saberá o quanto alguém lhe amou em segredo.
Agora que voltei a me arrastar aos teus olhares e teus sorrisos, rasgo-me as veias para que extravaze o excedente, pois meu corpo não suporta mais. Não quero mais esperar o pra sempre para no fim esperar o final de uma reticências, nem uma virgula, nem um ponto seguida, por isso avançarei, cansei de estar aqui no mesmo lugar há mil anos e você sempre passar na minha frente.
As palavras nunca cruzam com minha mente e assim seguimos sempre caminhos contrários e eu somente me importo em esquecer para esquecer também a dor. Não adiantaria jogar-me a frente dos carros ou a sua, daria sempre o mesmo resultado até quando você decidir guiar-me em segurança ou olhar para o lado em alguma circustancia, não pense que não ficarei a esperar, pois aqui estou e aqui estarei, pois meu tempo por você meu amor... é circular.
A garota que sempre observei, hoje fazem 2 anos que a olho e apenas olho... um dia... um dia, ao menos saberá o quanto alguém lhe amou em segredo.
sábado, 8 de maio de 2010
Carta V
Onde estão os foliões e as promessas de uma vida melhor, se não estão aqui me pergunto por quê estariam ai contigo? Por quê prefeririam o vazio de um quarto que o calor de uma paixão? A resposta é uma farpa cortante e também uma inevitável rota ao coração de quem a espera, por isso não se alegre em saber as respostas, pois o inicio são as perguntas.
Além do ponto final vou me levando por sua porta da frente, vou arrombando meus olhos e rasgando minha pele, lançando minha lingua encharcada de sangue negro. Ao chão sobram as lembranças, ao seu corpo restam... não resta nada além do velho carcere privado do qual lhe libertei. Em meio as ondas eletromagnéticas, curtas, ondas de rádio, de satélites eu me despeço de toda humanidade, lixo e luxo o qual antes me conservava em grades.
Além do ponto final vou me levando por sua porta da frente, vou arrombando meus olhos e rasgando minha pele, lançando minha lingua encharcada de sangue negro. Ao chão sobram as lembranças, ao seu corpo restam... não resta nada além do velho carcere privado do qual lhe libertei. Em meio as ondas eletromagnéticas, curtas, ondas de rádio, de satélites eu me despeço de toda humanidade, lixo e luxo o qual antes me conservava em grades.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Pedro e a Calmaria ( Carta IV )
Cairam as mulharas, os tijolos foram desintegrados e se espalharam com o vento, as mascaras de efeito lacrimogenio foram inaladas e expiradas em forma de cristais. Não ligo mais para o que se passou ou o que se passa, passo a focar-me cada vez mais em mim, porém... apesar de parecer que me esqueci em você digo-lhe que é a primeira vez que tento estar realmente vivo em algum lugar dentro.
Sempre foi fácil demais aceitar suas farpas e depois seus abraços, sempre foi fácil demais me ocultar para me satisfazer em você. Por isso hoje me integro em mim e me divido com você e espero que assim seja ainda possível não nos quebrarmos e desmoronarmos, pois continuo ainda sendo nada sem você... não mais nada em você.
A um amigo que não perdi, que não esqueci, o qual apenas mudamos um com o outro e continuamos vivendo as mesmas batalhas e continuamos vivenciando os mesmo fatos e atos de perto.
Sempre foi fácil demais aceitar suas farpas e depois seus abraços, sempre foi fácil demais me ocultar para me satisfazer em você. Por isso hoje me integro em mim e me divido com você e espero que assim seja ainda possível não nos quebrarmos e desmoronarmos, pois continuo ainda sendo nada sem você... não mais nada em você.
A um amigo que não perdi, que não esqueci, o qual apenas mudamos um com o outro e continuamos vivendo as mesmas batalhas e continuamos vivenciando os mesmo fatos e atos de perto.
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