Não sei onde devo procurar a minha fortitude, onde devo encontrar a mim mesmo ou mesmo se devo fazer algo a respeito. Apenas tento destruir as correntes que me perseguem e me dopam de maneiras diferentes para que tudo possa parece algo simples e contemporâneo, mas eu já vi essa cena antes, em um futuro próximo retratando um passado distante.
Tudo veio para me tirar daqui e tirar tudo que eu tinha pra dizer, mas eu permaneço e cada vez mais forte e sendo fortalecido por todos que me cercam e me querem bem de verdade.
Não tenho muito o que dizer mais, apenas pensamentos vagos que de nada servem serem postados, aprendi que minha mente deve ser mais um tumulo que um canal de divulgação.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Resto
Espero, que um dia tudo possa se tranfigurar, de um lado do mundo eu vejo uma pequena luz, mas ela não compartilha poder, nem lados, nem privilégios. Por isso vivo na minha escuridão privada, minha tranquilidade que salta aos olhos, os rasga e os esmaga, violenta e confortante. Não vejo mais nada, nem faço mais questão de partilhar nada com esse mundo que hoje sinto ódio e temor, como se tivesse um passado glorioso manchado de sangue e decepção.
Não tenho mais nada pra oferecer a minha morte, e a cada dia aprendo a conviver com ela abocanhando minha cabeça e me tranformando em menos humano, ou menos ser a cada dia. Quero o sangue na minha boca, o ódio na minha pele, o temor ao meu redor, quero ser eu cada vez pior e cada vez mais eu.
Não pretendo ser o fantoche para sempre, minhas ambições não me permitem, eu quero a destruição, o mal. Assim que um dia virar o mestre, tranformarei a luz que não dividi lados e poder, em um buraco negro, só, sem nenhum motivo para rir ou brilhar ou mesmo para existir.
Desta maneira, deixo o mundo em mãos mais odiósas, mais temerosas, pois eu....
Eu sou só o começo.
Não tenho mais nada pra oferecer a minha morte, e a cada dia aprendo a conviver com ela abocanhando minha cabeça e me tranformando em menos humano, ou menos ser a cada dia. Quero o sangue na minha boca, o ódio na minha pele, o temor ao meu redor, quero ser eu cada vez pior e cada vez mais eu.
Não pretendo ser o fantoche para sempre, minhas ambições não me permitem, eu quero a destruição, o mal. Assim que um dia virar o mestre, tranformarei a luz que não dividi lados e poder, em um buraco negro, só, sem nenhum motivo para rir ou brilhar ou mesmo para existir.
Desta maneira, deixo o mundo em mãos mais odiósas, mais temerosas, pois eu....
Eu sou só o começo.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Just Fine
Continuo, nessa longa estrada eu continuo, tentando assimilar o que já passou e aplicar no que esta por vir, tentando resistir, tentando me manter em pé, tentando rastejar ao menos até ao ponto de chegada. O que me espera lá, uma ampulheta, uma oportunidade caricata, uma pessoa especial? Só continuo em silêncio.
Ainda é dificil respirar, ainda é dificil me achar, mesmo que por um segundo. Continuo minha própria tortura, forçando-me acordar desse cansasso através da dor, porque o amor não vale nada e eu já tentei por esse caminho. Continuo sem esperanças, um andarilho sem sentido e sem missões a serem cumpridas, sem nenhum entendimento do que o cerca.
Ainda escrevo, sem parar minha caminhada e jogo todos esses poemas cortantes e textos alarmantes na sarjeta do meu coração, tentando me corromper por um lugar já comrropido. Preciso de mais pulso, ou impulso, preciso de mais ódio e agradeço por todo o que acumulei, pois se mostrou mais eficiente do que o "carinho", preocupação ou até mesmo do que a dor.
Continuo...
Ainda é dificil respirar, ainda é dificil me achar, mesmo que por um segundo. Continuo minha própria tortura, forçando-me acordar desse cansasso através da dor, porque o amor não vale nada e eu já tentei por esse caminho. Continuo sem esperanças, um andarilho sem sentido e sem missões a serem cumpridas, sem nenhum entendimento do que o cerca.
Ainda escrevo, sem parar minha caminhada e jogo todos esses poemas cortantes e textos alarmantes na sarjeta do meu coração, tentando me corromper por um lugar já comrropido. Preciso de mais pulso, ou impulso, preciso de mais ódio e agradeço por todo o que acumulei, pois se mostrou mais eficiente do que o "carinho", preocupação ou até mesmo do que a dor.
Continuo...
Assinar:
Postagens (Atom)