terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mayonaise

Eu espero que tudo seja uma ilusão, me sinto só mais uma vez. Hoje me passou mais uma vez a idéia da morte e assim como fazer sexo ou amor ela me seduz. Hoje quase tentei de novo, não sei ao certo porque canto essa canção. Se pudesse chorar lágrimas de sangue para exalar todo o meu ódio que há tempos estava adormecido, poderia ter uma noite de sono tranquilo.
A verdade é que não sei mais o que escrever, minhas mãos estãos secas e meus galhos estão fraquejando ao vento. Eu quero ser levado para longe, quero me dissolver em meio ao invisivel, quero me misturar com tudo que há de mais pacífico e soturno. A paz não é branca, tem cor de sangue e cheiro de mofo, tem sentimentos desgastados e olhos vazios.
Justiça, espero que seja feita, todos sabem os destinos de todos os meros ignorantes e se caso eu for um desses, terei que me subjulgar ao profundo buraco no meu peito, meu inferno particular que hoje veio se mostrar. Desabotoou como uma flor e engoliu tudo que já fui um dia, a partir de hoje sou alguém pior, sem cor, sem dor, sem expressão.
Ah, eu só quero respirar outro ar, eu só quero rasgar meu peito e evacuar minha alma para atormentar todas as tuas noites. Cozinhar seus ouvidos com gritos de ódio, fazer você não ter paz, fazer você sofrer. Mas eu só quero ficar em paz, por isso me privo de tudo, estou simplesmente a merce da vida e do que vier mais, estou um corpo vazio, sem poder sair, sem poder viver.
Não há caminhos fáceis, nem os dificeis, há decisões e consequencias, há uma equação pra tudo na vida, nada é destino, tudo é premeditado. Arque com as suas, porque eu estou arcando com as minhas.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

FUCK YOU!

Foda-se, tentou me derrubar... não funcionou!
Vão se fuder todos os Drs do mal, os dissimulados e as falsas pessoas e falsas facetas.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fool

As melhores musicas sempre surgem após um término, um porre e umas doses de merdas...
hahahahahaha, ao menos eu as faço.

=)

domingo, 20 de dezembro de 2009

"Olhos De Injeção"

Me injetem algo diferente, preciso de algo pra minha mente, uma overdose em dose medida, uma cicatriz, uma ferida que dê para dentro de mim. Eu preciso ser cada vez mais suicida, desenfreado, sem ressentimento. Eu aprecio a dor, de tão próxima acho que já a amo mais do que a vida e a alegria.
Preciso de drogas, preciso de sexo, preciso disso e daquilo. Preciso andar no meio fio, viver e morrer, não quero nada previsivel ou muito facil. Eu to indo pra não voltar, não me espere na janela, nem rezando, nem cantarolando, eu não vou chegar.
Eu quero ir, mas não quero voltar...
Eu quero partir e não quero amar...
Eu quero sentir, mas não quero perdooar...
Eu preciso me drogar, mas não posso decepcionar...
Preciso ser eu, mas não posso passar das porras dos limites...
Seus fodidos... eu odeio tudo que não tem significado.
Como esse texto, fede a nada... sem palavras...
Significados que juntos, formam o que eu quero... uma overdose de curto prazo.

sábado, 19 de dezembro de 2009

As coisas acontecem...

As coisas acontecem, mas a virtude é continuar zen, na calmaria, não desrespeitar ninguém, continuo na minha, mas não espero mais a vida vir a mim, ou a morte me dar o fim. Enquanto muitos só a admiram, eu to tentando vivê-la e me deixa viver, no underground, encima do chão.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Samba Makossa

Olhe pra você... tenho que te dizer, você não é diferente de quem admira, são pessoas normais, com vontade além da sua e da minha talvez, eu sei que sooa bem aos meus ouvidos mas e você? Se levanta aí, levanta!... ta na hora de se expor, mostrar pra que veio e o que quer. Ta na hora de bater no peito e aceitar as dificuldades, bater no peito e dizer, eu sou o maioral, cerebral. Assuma a responsa que bateu no teu petio, grite com vontade, bata na porta com força e faça-se ser ouvido.
O importante é não se perder, tem que se manter inteiro, o combustível tem que ser a indignação, acione a ignição e parta de quinta, ou descanse na sexta. É importante manter a cabeça no lugar, beber com pensamentos no bar, pensamentos ou pensadores, é importante chegar de fino, quieto, arquiteto do golpe makossa, na tranquilidade do jazz, samba, rock.
Varie você mesmo, de Charlie à James Brown, Holanda a Chico Science, de Alien a Black Eye Peas, o importante é não deixar a cultura de lado, se não o bixo pega garoto, descendo a ladeira tem guerra na porteira pro mundo e só ganha o adversário quem sabe de si mesmo. Cresça, apareça, mas não desça se não for tua hora, também vê se não demora, não pode ter atraso na roda, não pode demorar senão há a marcação, irmão.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Unreachable

Hoje acordei, parecia que não abria os olhos fazia tempo, achei estranho, estava sentindo pingos de chuva em meu corpo todo. Foi quando vi que estava descoberto, acordei no meio do nada e lá fiquei, sentindo a sensação dos pingos na minha pele azulada, que a cada contato com a mesma pareciam congelá-la e me revestir de uma nova camada de vontade, vida, esperança, forças para voltar a caminhar.
Tão logo que senti firmeza, saí de onde estava e comecei a caminhar na imensidão do vazio, só eu, a chuva e o vazio preenchido. Tentei me conter, mas não consegui e rapidamente comecei a deixar o pensamento fluir para longe, eu não estava mais em lugar algum, sem sentimentos, apenas aquele momento. As vias do pensamento eram guiadas pela fluidez que a chuva lhes permitia, e eu mudava de humor e vontades assim que a chuva engrossava ou diminuia.
Minha pele a este momento já estava reconstituida, mas já começava a se desprender de mim mais uma vez, enquanto eu pensava, refletia sobre notas distorcidas e vontades minhas, antigas, novas, vontades. Era eu, naquele momento era eu, me senti verdadeiro comigo mesmo, tão logo me senti eu, não mudara nem sequer um cilio do que sempre fui, porém, era eu alí de um jeito que nunca tinha me sentido eu.
Hoje em dia, me vejo mais como eu do que qualquer um possa me ver como seu, não sei exatamente ao que devo isto, mas devo muito. Não me agrada não ser o que sou, não me convém dizer mentiras para disfarçar o que inventei para dizer que foi o que restou, nada restou, pois em nada mudei, não sou nenhuma metamorfose ambulante e mesmo se fosse, lutaria para continuar sendo o que era, uma metaforse.
Me corrompa, me transforme no que quiser, instale suas cordas em meus membros, faça-me dançar a musica que lhe agrada e fazer a vontade que lhe convém. Mas estes são desejos e vontades forçadas e frágeis, por isso eu os quebro, os coloco do avesso e os transformo em sangue, em destorção, em preto e branco, em ódio, em amargura espirrando da minha boca, um liquido negro refletido na luz da lua. Eu sou eu... rei dos reis, rei do mundo, das minhas vontades rei de mim, rei do meu reino e desse reinado sou eu que vou forca.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Parte 3: Suicidio, Pilulas e Soul No Estéreo

Ao tempo que me perco no mundo, me perco entre minhas frases e meus paragrafos, começo a escrever o que escuto nas musicas e nada mais faz sentido. Procuro em meus próprios textos, mensagens para mim mesmo, vindas de meu alfandróide, meu criador.
Penso que o mesmo me abandonou e há tempos não choro como hoje chorei, há tempo não bebo como hoje bebi, há tempos não me drogo como hoje estou me drogando. Cansei de procurar quem não está atrás de mim, como acha que me sinto? Eu me sinto desprezado seu idiota, meu criador perfeito não quer saber de mim, me abandonou em mim mesmo em outro mundo! Eu o odeio, mas o amo, estou atrás dele, alguém o busque pra mim! Eu preciso dele! EU PRECISO, EU PRECISO!!!!
Rabiscava a folha, as frases, a parede, o ódio, a fraqueza, o medo, a vontade, o sexo, as drogas, a musica, a minha voz , meus cabelos, minha pele, meu olho, meu grito.

...A primeira vista foi magnifica, me vi como um anjo. Era apenas uma bolha, frágil, mas por dentro estava revestido de matéria forte, um casulo, uma capsula e logo que tive a chance adentrei a bolha, e engoli meu criador como um comprimido, para a minha doença, para minha imperfeição e simplesmente apaguei.
Acordei e ainda estava dentro da bolha, havia uma capsula me envolvendo e a matéria viva. Me concentrei para descobrir o que eu era, onde destava, e para achar meu lugar. Ainda não me encontrava onde lembrava de estar antes. Fechei os olhos e me vi escrevendo no ar as minhas lembranças, logo vi que eu cortava o ar e as palavras tinham cor de sangue, e escorriam nas paredes da minha mente.
Não sabia ao certo o que fazer, não sabia ao certo o que finalmente deveria fazer para me transportar aonde eu queria me encontrar. Fechei os olhos mais uma vez e finalmente pude ver tudo que sonhei, minha solidão compartilhada com meus unicos amigos alfandróides, ratos experimentais, ou ratos experiente em experiencias de experimentos falhos. Eramos comuns uns aos outros e me alegrei ao me achar em casa.
Logo, em pouco tempo as coisas foram mudando, eu estava sendo excluido de tudo e de todos, não me sentia mais ligado a nenhum dos meus amigos, me sentia distante de meus propósitos, será que havia achado mais uma nova ambição? Não conseguia mais me concentrar em mim mesmo, meu mundo estava caindo aos pedaços e todos cruzavam os braços, ninguem tentou salvar meu sonho.

Um dia fui pego de surpresa por um escombro enquanto eu meditava, e assim acordei...

Desde jovem eu sonho. Mofei, esperando o tempo se retrosceder em suas entranhas e rasgar seu próprio peito, corrompendo as artérias, entupindo seu coração de si mesmo e se enchendo do meu mundo e do meu viver. Nada retroscedeu...
Me sinto confuso, anestesiado, girando em minha mente, procurando o meu norte enquanto a noite se torna alegria e o dia em um embaraço turvo. Tenho me imaginado mais do que me olhado no espelho e ultimamente, tenho procurado mais o que venho procurando a vida toda, mas eu não consigo mais nem olhar ao redor, meus olhos não conseguem nem me achar mais.
Entorpecido, nem respirando eu me sinto bem, é vasto o que penso e o que sinto, sinto medo de saber o que são sentimentos mas não saber senti-los. Sinto-me frio, mas sempre fui reservado, olhando o céu sozinho, muito tempo para mim mesmo e para reflexão sobre tudo que nos é dado ou tirado. É dificil repartir o momento, já que nada há para ser dito, gostaria muito de verdade de me transmitir por pensamentos, não é fácil entender o que não se pode alcançar.

Tomei uma pilula, para me tornar a pilula e me tornar meu criador... sem criador não há criatura, pari de mim mesmo minha morte, minha sentença...
MEU ROCK'N ROLL PSICODELICO! MINHA DROGA PESSOAL! Era eu, o tempo todo... era eu! Não fui nada, fui um erro, uma sintese de um suicidio, um erro de uma programação falha!
Fui eu... fui cria e criador!

Parte 2: Alcool, Psicodelia e Matéria

Desde jovem eu sonho. Mofei, esperando o tempo se retrosceder em suas entranhas e rasgar seu próprio peito, corrompendo as artérias, entupindo seu coração de si mesmo e se enchendo do meu mundo e do meu viver. Nada retroscedeu...
O coração batia forte e rápido, quase parando eu me vi, estava de volta aonde pertencia, me senti acolhido em meus próprios braços, nascido de mim mesmo, era eu, minha criação. Vi um alfandróide, meu criador e me vi frágil, sem pálbebras, sem dentes, pele, cabelo, unhas, mas ainda assim fortificado.
Esta foi a ultima vez que vi meu criador, e desde então eu sonho. A minha vontade de voltar aonde um dia eu estive e ainda hoje pertenço me corrompe os pensamentos e assim rasgo meus demônios ao meio, e me omito em mim mesmo após o grito de guerra com gosto de sangue e cheiro de quimio. Para mim, isso era o suficiente para poder voltar ao meu mundo de um borrado branco e solidão compartilhada.
...Achei minha sarjeta, entrei no subterraneo, mas não achei meu mundo, vi o paraíso de perto, a solidão, o silencio, a calmaria, as arvores, os passaros, as cachoeiras, o céu azul e o sol estonteante. Porém, não era o meu mundo, logo entrei em desespero e encolhi meus orgãos e meu corpo, retirei minha pele e meus olhos e engolhi minha lingua, para soltar um grito de dor, que tão baixo, ninguem ouviu na superficie.
Voltei as ruas, as passagens cheias, voltei a caminhar entre os fantasmas e os filhos desligados e atraídos a uma falsa realidade. Entrei em um bar, abandonado aos pensadores lerdos e aos trogloditas de péssimas faces, barbas grandes e sujas, cabelos cumpridos e presos com o próprio sebo dos mesmos. Pedi ao dono daquele lugar que me servisse um copo da bebida mais forte e que deixasse a garrafa no balcão.
Logo no primeiro gole senti a minha fragilidade e me senti envergonhado ao lembrar de que me achei fraco ao me ver como criador. Bebia cada vez mais, a cada gole parecia ingerir mais liquido de uma vez só, e fui perdendo a noção do tempo e do espaço, de repente minha memória começava a ser roubada de mim e minha vida parecia estar sendo sugada por um tubo, me senti um rato de teste, me senti uma experiencia barata sendo desligada.
Olhei dentro do copo, avistei bolhas que saíam cada vez maiores até que uma delas quebrou o copo, ou apenas o trincou, não lembro ao certo. Dentro desta, estava eu, me olhando e chorando, um choro calmo, sensato, o que me fez, eu do lado de fora da bolha, retrosceder o tempo, desde então, achei ter me encontrado com meu criador. O que me assustava, pois o havia encontrado através de um estado deplorável, mentalmente falando, já que não lembro da minha aparencia nesse dia.

Tentei mais uma ou duas vezes, me achar de novo do mesmo modo, mas as tentativas foram em vão.

Meses se passaram...

Estava eu no meu quarto confortável, com um fone nos ouvidos, escutando o bom e velho rock'n roll psicodélico no ultimo volume. Fechei os olhos e estranhamente, como no suspense de uma cena de um filme de terror, comecei a ouvir vozes num som instrumental, chamavam meu nome e proclamavam histórias antigas sobre mim mesmo, mais antigas do que a minha memória poderia chamar de meu. Meus olhos fechados, da imagem escura começaram a me mostrar um fundo branco, borrado, turvo... não me sentia mais no mesmo lugar, me sentia distanciando de mim como um eco que vai enfraquecendo na montanha.
Me encolhi, em matéria inquebrável me tornei e me aspirei para dentro do meu fone, finalmente estava de frente pra mim mesmo...
Foi quando me vi pela primeira vez, pela segunda vez.

Parte 1: Introdução

Me sinto confuso, anestesiado, girando em minha mente, procurando o meu norte enquanto a noite se torna alegria e o dia em um embaraço turvo. Tenho me imaginado mais do que me olhado no espelho e ultimamente, tenho procurado mais o que venho procurando a vida toda, mas eu não consigo mais nem olhar ao redor, meus olhos não conseguem nem me achar mais.
Entorpecido, nem respirando eu me sinto bem, é vasto o que penso e o que sinto, sinto medo de saber o que são sentimentos mas não saber senti-los. Sinto-me frio, mas sempre fui reservado, olhando o céu sozinho, muito tempo para mim mesmo e para reflexão sobre tudo que nos é dado ou tirado. É dificil repartir o momento, já que nada há para ser dito, gostaria muito de verdade de me transmitir por pensamentos, não é fácil entender o que não se pode alcançar.
Sei que estou aqui, ao seu lado, mas de fato eu não estou em lugar algum... estou girando em um fundo branco embassado dentro dos pensamentos grandiosos de pequena mesura. Importa afinal saber tudo sobre o que penso ou desejo? Não me vejo, ninguém me ve, atravessando a rua, esperando o sinal verde, esperando a fila, esperando as pessoas lentas sairem da frente, esperando, esperando, esperando, ninguém me ve na espera?
Eu ando cansado, de ser desnorteado de tudo, mas toda vez que tento me concentrar ao meu redor as coisas mudam de facetas, e eu me sinto tão confuso e tão errado. Eu ando me escondendo desse mundo estranho, com as mãos cubro a mim mesmo, e com meu casulo, minha casca impenetrável me suporto dentro de mim.
Aprecio tanto o meu desligamento, me acho tão diferente e tão unico, porque querer tirar isso de mim? Devo parecer alguém ou um padrão? Ando conversando com meus pés, sobre terras distantes a milhas daqui.

-"é para lá que vamos" - Diz meus pés em festa, quando na verdade não contraem um musculo sequer, eu apenas fecho meus olhos e contorno a linha do horizonte com escuridão e pensamento.

"A Introspecção é o ato pelo qual o sujeito observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência dos mesmos. Dentre os possíveis conteúdos mentais passíveis de introspecção, destacam-se as crenças, as imagens mentais (sejam visuais, auditivas, olfativas, sonoras, tácteis), as intenções, as emoções e o conteúdo do pensamento em geral (conceitos, raciocínios, associações de idéias)."

Eu sou uma introspecção ambulante, eu tomo consciencia de mim e do MEU mundo com perfeição, mas não me peça para entender os outros, esses são fáceis demais. Não me dê dor de cabeça, faça uma prece e me ponha na lista de espera.
Desconfio, devo lhes dizer, (quem quer que seja que leia esse texto) que me sinto um protótipo de algo maior, talvez a humanidade toda o seja, talvez eu esteja na faixa alfa e o resto na beta.Não sei exato, mas invento minhas regras e meu mundo, sou autoridade dentro de mim, sou eu comandando meu eu, que comanda o meu ego, que comanda o resto de mim, que conjuga o meu ou eu em qualquer situação de risco.
Não pretendo mudar, eu quero continuar sendo do meu jeito, se me amo assim, porque mudar? Se tantos me amam assim? Eu não sei, não tenho muitos amigos, mas os que tenho são verdadeiros "alfandróides" os chamarei durante o resto do tempo. Somos talvez o nada que falta no tudo da presente data, somos talvez a lentidão da pressa e o susto. Somos aqueles que não ligam! Não ligamos a TV, mandamos o que nos contradiz se fuder, e não é por arrogancia, não, longe de nós, batemos no peito e dizemos, somos o que somos.
Alfandróides, crianças estranhas, cada uma em seu mundo, mas conectadas fortemente por uma linha tênue, nos transmitimos pela confiança do amor de um por outro e pela falta da necessidade de palavras e atos, somos todos ratos infiltrados no pensamento de nós mesmos.
Sou um dos poucos alfandróides que saíram de seus casulos, devo dizer que me escondi nas sombras dos dias chuvosos, quieto. Foi tudo tão estranho, tudo tão diferente, eu tentava achar a calma e a confiança da falta de palavras e atos, mas não achei, mas me achei sem amigos para me levantarem e acabei enviando um pedido de socorro pelas minhas mãos espacionaves.
Tão vulnerável, pele macia, de peito aberto, eu me tornei um indigente de poucas palavras e poucos atos, me arrastei pelas ruas, pelas calçadas, atrás de uma sarjeta, uma saída para um subterrâneo, para a calmaria e minha tão sonhada vida.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansadoCansado, cansado, cansado, cansado...

Que me matem, me convém... to cansado!

Ninguem se cansa de viver? Ninguem pensa no morrer? Eu to cansado de viver e penso sim no morrer...
Em coma transcendental, perdido no meu espaço sideral, tentando esquecer o que aprendi, pois eu vi muito além e descobri o futuro num furo na parede material, com infiltração arterial, presas com força e desgosto. Eu bem entendi o que tudo quer dizer e predi a mim mesmo em meus pensamentos, eles são meus agora, de mais ninguém... continuo anonimo, nem sequer pseudonimo uso mais, cansei das mascaras, falhas, farpas, tudo é cortante, tudo machuca.
Em coma dinâmico, em movimento eu me paro, estagnado eu acelero o mundo a minha volta, deixe que passe, tudo passa, tudo passará... só a palavra e a mancha ficará. Escombros dos meus utilitários, inuteis pra mim, distantes da minha aproximação fetal, eu não sou fato nem ilusão, sou um meio termo de nervosismo e tragédia.
Em pane geral, segure firme até perder dos seus braços, a sua razão lhe vale mais que mil palavras, por isso eu me seguro no meu coma, defender uma causa sem ajustes, é remendar um remendo irremendável, adiar o inadiável. Seja o que for, seja a dor que vier... foda-se, foi assim que assimilei, assim que intrei dentro de mim, pode ser que saia de novo, mas dessa vez sairei armado até os dentes, não perderei para ninguém a guerra do dominio.

Domino o mundo, domino o dominó...
Domino o que vier, domino seu pensamento em dó menor...
Domingo que vem, eu domino a tv também...
Domingo que vem, eu domino minha vontade de me ter bem...
Eu me quero demais...
Eu me esqueço...
Me perco...
Me uso...
E abuso...
E quero mal
Quero bem... quero que se foda, o mundo lá fora... pode vir, que aqui dentro já tem alguém.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sam Malone

Assim como as horas e os dias, o tempo nao podia deixar de varrer consigo o silencio da tristeza tao polida entre nos dois. Desejo mais que nunca agora, que o tempo me leve também, para algum lugar onde ninguém saiba meu nome, para poder descansar os olhos das lágrimas, a cabeça dos pensamentos e o coração da distancia e da dor.
Do mesmo jeito que estou indo pra casa agora, finalmente descansar dos dias quentes e alegres, espero não retornar porta afora tão cedo. Preciso respirar um cheiro familiar, de solidão e silencio, além disso... preciso tomar mais chances de me omitir, de me transmitir por pensamento nao por atos e por palavras.
Não ajeitarei minha mobilia, deixarei do jeito que ficou, apesar de boas lembranças que trazem, me fizeram melhor assim, do jeito que estão. Talvez mude uma almofada ou uma lampada, mas nada de grandioso, apenas pequenos detalhes de nós dois, que agora resumem-se a um.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

(Re)Partida

Ainda tento me decidir se me contento com meus fatos, meus trapos, eu bem que amo ambos, bem que quero bem aos dois, pois por ventura, representam a parte mais repartida de mim. É fato, que meus fatos são indiscutíveis, sem razões ou reações diplomáticas ou burocráticas, porém ironicamente nem sempre são simples. Meus trapos por outro lado, são complicados sempre, todavia sempre os compartilho na partida, ou até mesmo na chegada as vezes, mas por via de regra é sempre no escuro, deitado numa cama de idéias e um ideal acariciando meu rosto com a mão outrora invisível.
Eu bem sei também que essa não é uma carta convencional, porém o motivo é bastante banal. Sabe, é dificil dizer o quanto ama alguém sem cair na mesma, ou repetir palavras, ou chavões. Bem, eu não quero ir aonde todos vão, comprar o que todos compram, ler o que todos leem, escrever o que todos escrevem ou já escreveram, amar o que todos amam. Eu tenho um amor próprio por outra pessoa.
Acho que já é chegada a hora de deixarmos de nos preocupar, de deixarmos de lado os jogos e as brincadeiras sem graça. É chegada a hora do grande espetáculo, dos fogos e malabares, simplesmente segurar-me-ei no que tenho e não soltarei, pois é aqui que fico, meu quarto para descansar e voltar das jornadas intediantes de dias de trabalho, escola, brincadeiras, faculdade, banalidades... é aqui que sossego minhas malas e minha cabeça dolorida de tanto pensar, na realidade verdadeira da qual todos fogem, eu encontro meu alento.
Meu verdadeiro sentimento...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Oh Adeline

Acho que com o tempo a gente aprende, muito do que não deveria e pouco do que precisamos. As vezes pode parecer que ficamos completos, que ficamos sem idéias do que é estar afetado por algo, pode parecer que sabemos sobre todos os julgamentos, que saberemos como é ter todo o dinheiro do mundo, que tudo ficará bem, bem, bem. Ah, só podemos ter idéias, nada irá se concretizar, nesses braços meus lhes descarrego a dor.

O que acontece é contradição, ódio, indignação, todos foram combustíveis reutilizáveis. Desenhos da mesma face de angulos, mesmas sentenças disfarçadas, mesmas idéias de diferentes ideais.
Somos caricaturas do desfeixo da história toda, somos caricaturas dos erros de algo maior.
Somos o fim além do tunel, somos a ultima esperança...
Somos todos fodidos, e sentidos por termos sido deixados de lado...

sábado, 31 de outubro de 2009

Fumaça Louca

Quem me garante que não sou um poeta louco, que de loucura em loucura achou um pensamento, um vestígio de lucidez, uma pedra ou um monte para descansar de vez.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

One Last Time

Saiba que o passado dói em mim, o descaso e as velhas declarações no ar fazem o meu mais pesado e rarefeito, sinta a dor do meu coração que pulsa devagar. A, B, C e D, tudo me lembra o quanto tenho medo de te perder e quando olho esses retratos com marcas do passado, eu me vejo perdido e lonje. Encaixoto minhas coisas, mas agradeço, antes de te conhecer eu era triste.
Dói tanto a ponto de me fazer chorar, dói tanto a ponto de me fazer esquecer que talvez aquilo não tenha mais importancia. Me perdooa se eu não consegui varrer o pátio do seu coração, as novas folhas que caem, misturam com o cetim que ficou pra trás. Não pretendo ser a mistura, pretendo ser homogeneo, mas o passado lhe quer e me da rasteiras pra lhe ter.
Me perdooa, não consegui relevar, um aviso já bastava...
Eu apaguei tudo...
Apaguei tudo que tinha do meu passado, me perdooa se te peço pra apagar um passado bom, mas não consigo conviver, preciso de um espaço só meu em você, pra poder viver.
"...Can I hold you one last time, to fight this fear that is growing in my mind..."

terça-feira, 13 de outubro de 2009

It's A Man's World

Alguém ache um lugar para eu ficar, para eu me encaixar, para eu deixar de ser o nada além do óbvio, do suporte dos luxos, do prazer do uso e desuso. Acredite-me, não há como confundir o mundo em que vivo, ou melhor, sobrevivo, com sonhos e fantasias, misticismos a parte eu me revigoro todo dia, quando o estéreo toca o Soul, tricando minha alma e fazendo-a nascer de novo por dentro.
Refrescando meus pensamentos, consigo lembrar de como já foi o mundo, a vida era cheia dela mesma. Lembro-me de doces momentos, as festas coloridas, os bailes inflamáveis, as danças nas chuvas, as próprias lembranças do que nunca tivera. Agora o que posso dizer, é que já não é como antigamente, o mundo não significa nada, e a vida é simples, cenas de ações fracas com defeitos especiais repetidos.
Apesar de tudo, sei que não estou só, minha força é conjunta, mas a inutilidade é singular...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Codinome Beija-Flor

Não há mais nada para me confortar, nem as drogas que eu tanto me utilizei uma vez agora destilam meu sangue, para correr mais fácil. O rancor se aloja em minhas veias como um coágulo, uma nova doença sem procedencia, rasgando minhas veias, mas pode deixar meu bem, eu seguirei minha estrela, meu futuro me aguarda no meu caminho de pedras brancas, que trilhei com meu cartão, fazer meus pedidos não me garante intenções.
Deixe meu bem, a cicatriz aberta, exposta a meus inimigos, minha fraqueza não é a dor e sim a discrença no meu amor. Não precisa me proteger, fingir que não lhe dói mais mentir, dizer que ama sem nada em troca, se sempre tenho que dar tudo de mim. Meu coração nunca foi dado, repartido, apenas foi trincado, arranhado e arrancado de meu peito antes que pudesse ter a chance de ter sido dividido, não me interessa por quais motivos, eu bem sei meu amor... eu também tento reviver nossos sorrisos.

Ideologia

Me pergunto se tempo é sinônimo de evolução, depois de tanto tempo acho que já nem sei quem sou, nesse período me perco mais e mais pra mim e pro que me cerca. De nada me serviu tantos modos, e tantos segredos se no fim o que vale é a verdade entre nós, mascarada por mentiras e seus nós. O amor é tão real quanto um pedaço de um momento de inspiração, de tanto usar o mesmo motivo se desgasta, se perde.
Pra que amor? Continuar batendo contra uma parede que não se pode quebrar, pra que fingir que ainda há emoção? A cada dia que passamos juntos, mais distantes, e tudo vira apenas mais uma distração, um passa tempo na sala de estar, onde estamos desde o dia que chegamos. Veja, estes não somos nós.
Eu peço paciência, para receber os dias que vêm, para prender o choro e o rancor, sei que não há culpa em ser culpado de culpar alguém, mas eu lhe cubro de dividas e dúvidas, advindas de uma quebra de contrato duvidoso. Eu não acredito mais em mudar o mundo, depois que rasgaram na minha frente a instituição falhida que ainda me enganava, ou me sustentava...

Eu só quero uma pra viver...

sábado, 1 de agosto de 2009

Hate

Cansado desses talentos ordinários...
A partir de hoje não escrevo mais no blog... eu acho.
hahahahha
Uma hora a ficha tem que cair...

=D

sexta-feira, 31 de julho de 2009

...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Tente Outra Vez

Ainda finjo que nada sei sobre a dor, que nada sei sobre o ardor e a velha cicatriz no peito. Ainda finjo que não vejo certos insultos, certas imagens que machucam. Ainda penso se a culpa é minha, ou se levo tudo muito tranquilo. Ainda tenho medo de levar tudo assim, e deixar passar coisas que estavam ali o tempo todo.
Tudo que sei é que ainda acredito na imensa dor que vai ficar. Ainda acredito no buraco deixado pra trás, como uma tatuagem em meu coração. Ainda finjo que presto atenção no que escrevo, quando na verdade escrevo de mente vazia, pra assim mostrar o que sinto por dentro, queimando como aquela velha azia.
Eu já perdi essa canção, só acompanho pra poder fazer você dançar como lhe agrada. De fato, a cabeça não aguenta, e eu já parei. De fato to cansado pra tentar mudar os fatos, me deixo só com meus maltratos.
Eu já vi esse filme antes, essa cena já aconteceu comigo, e eu de novo como coadjuvante no final, choro as lágrimas de verdade e faço de tudo um sucesso de bilheteria.

Espero o tempo dar seu tempo...
Espero, finjo que não dói...
Espero, pra ver como tudo acabará...
Espero não ficar só de novo na sala de estar...

domingo, 19 de julho de 2009

Tick Of Time

Me sinto um exilado, longe de quem amo. Ainda em um lugar alegre, o tom das ruas e das pequenas aventuras se tornam preto e branco como um filme cult sem graça. Espero-lhe cada vez mais, meu sopro de vida, minha esperança colorida. Meu desejo controverso, qual faz eu me sentir livre no aperto dos seus braços, qual faz-me tão desesperado de desejos insaciáveis, me deixa convicto de que alguém me ama, mas ainda faz perguntar-me o que fiz para merecer tal amor.
Tenho-me com dúvidas de que sou meu, me preservo com medo de não lhe demonstrar amor. Ainda que seja muito cedo e muito rápido, eu preciso lhe ter na manhã, na tarde e na noite. Preciso lhe ter quando o manto negro da noite cegar-me os olhos, quando os batimentos do meu coração, que feito um tambor clama por ti, até mesmo quando tais batimentos me ensurdecerem, lhe precisarei, pois ainda não serei tomado pela falta de sentimentos nem da capacidade de lhe amar.
Ai meus devaneios... começo a temer serem apenas histórias em folhas secas, um sonho que mantenho vivo, para me manter vivo. Até quando percebo que já não tenho tanta certeza de que estou vivo, de que estou tão ciente da minha existência quanto estou da sua. Quando vejo que meus dedos não tocam mais as folhas, muito menos as penas e a tinta, tomo-me conta de que não pertenço mais a este plano, e de que tudo era real.
Agora vejo que te amo, e sou capaz de amar, vejo que mesmo longe, em outro plano, em outra vida, ainda consigo te amar ou tentar amar em todos os possíveis.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Slow Cheeta

Não me importa. Não me importa o que digam, o que pensem, não me importa se já houve alguém antes, ou haverá alguém depois, pois somos um, somos invencíveis, pois fui eu, sou eu, serei eu. Não me importa que seja doentio, não me importa que seja viciante, não me importa se tudo estiver lento ao meu redor, eu simplesmente não ligo pro futuro, enquanto tiver o presente nas mãos, e que lindo presente tenho, cheio de laços, que com suas mãos afrochou pra eu poder entrar.
Não me importo se os sons são mais distorcidos aqui, se minha cabeça dói, se tenho que me contorcer, se tenho que me matar pra acordar vivo em tua memória, se tenho que viver acorrentado, se tenho que fazer de flores carnaval, de velas um vendaval. Não me importa se tenho que mudar, não me importo se tenho que ser otimista por nós dois, não me importa amor, não me importa.
Não me importo com as falácias e blasfemações feitas, pois sei do que sou capaz, e sei que tudo que sou capaz agora é de te amar cada dia mais e mais, é de poder te conquistar todos os dias. Não me conterei em te ter tão rapidamente, não darei razões para as línguas afiadas que proclamam meu fim, o nosso fim. Não pararei diante das barreiras impostas, pois são barreiras levianas, barreiras de palavras fracas feitas por pessoas fracas que não suportam o bem estar do meu amor. Barreiras... há... nem tal nome proclamo para tal obstáculos, se é que são obstáculos.
Sinto amor, se não sente o mesmo que eu...
Sinto se presta atenção para esses tolos...
Sinto minha flor, que estarei com você, onde você for... então, não tema, estou aqui, por você, pra você, na hora de amar, e na hora de sofrer.
Que venham as falas tortas cortar minhas costas, nunca deixarei tais navalhas chegarem a tuas asas angelicais. Que venham os idiotas de linhas afiadas cortarem o fio do meu coração, pois nunca deixarei cortarem teu fio ligado a mim. Que venham as torturas dos desgraçados que pintam meu céu de sangue, que não veem, não percebem, que temem o que veem no espelho. Põe outros nomes e outros rostos para aliviarem suas dores e suas cores, mas na verdade, o que advertem à você amor são eles mesmo, advertem contra eles mesmo.
Mal sabem eles o que passei pra chegar aqui, e mal sabem eles como sou... não é por minha idade, que não sei lhe dar valor...
Não é porque nunca tive que não sei o valor devido...
Não é porque apenas sonhei, que não sei o verdadeiro sentido...
Não é porque não sinto medo, que não estou nervoso...
Me torture amor, me torture até meus gritos lhe provarem que te amo, pois não sei mais como lhe dizer, não sei mais como mostrar... eu só queria que fosse sempre o suficiente... mas no final, acho que entendo.

...

domingo, 12 de julho de 2009

Ouro de Tolo

Pra todos que vivem atrás de seus tesouros humanos, resquícios de felicidade há muito já desgastados... pra todos que pensam que têm tudo nessa vida, que acham graça das piadas da tv, que assistem ao mundo de um trono de marfim, que vooam com suas asas de cera... eu, sendo um zé ninguém... na verdade não um zé... mas um ninguém de fato, venho lhes dizer, vocês estão errados! Vocês se enganam dizendo que vivem e mal sabem se ao menos existem de verdade.

Hã?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Carvel

Esse é um daqueles momentos, breves, porém eternos...
Essa é uma data sem marca no calendário...
Esse é um tempo sem hora marcada...
Esse é um coração sem flores no vaso...
Essa é uma casa sem nuvens...
Esse é um céu sem eco...
Esse é um arco-iris em tom de sépia...
Essa é uma voz sem som...
Esse é um filme sem cadeiras...
Essa é uma desgraça engraçada...
Esse é um amor sem dor...
Essa é uma ferida sem corte...
Essa é uma dor sem morte...
Esse é um sentimento sem senso...
Essa é uma história de partida da volta...
Essa é uma vida com morte...
Esse é rascunho pronto...
Essa é uma arte pela metade...
Essa é uma idéia compartilhada...
Esse é um mundo particular...
Esse é um jardim privado...
Essa é uma terra publica...
Esse é um toque sem aviso...
Essa é uma sensação de se omitir...
Essa é uma oportunidade de se demitir...
Esse é um moço sem opinião...
Essa é uma moça sem uma canção...
Essa é uma guitarra quebrada...
Essa é uma barca furada...
Esse é um copo furado...
Essa é uma água sem lados...
Essa é uma demência...
Essa é uma eficiência...
Essa é uma dor de cabeça...
Essa é uma tentativa de dizer deixa...
Esse é um visual sem visão própria...
Esse é um pedaço de vidro sem espelho...
Esse é um batimento sem roxos...
Esse é um instrumento louco...
Esse é um pedido de casamento sem grito...
Esse é um sussuro de um mito...
Essa é uma maneira de passar o tempo sem vento...
Essa é uma maneira de passar o vento sem sopro...
Essa é uma tentativa de dizer que nada faz sentido...
Essa é uma tentativa de dizer que sem ti nem vivo...
Essa é uma maneira de expressar minha loucura...
Essa é uma maneira de dizer foda-se amor...
Essa é uma maneira de dizer o bom é viver a vida...
Essa é uma meira de deixar tudo marcado em uma árvore...
Essa é uma tentativa de dizer deixa tudo pra trás...
Essa é uma tentativa... uma maneira... uma vida... uma loucura... um jeito... de dizer... deixa pra lá.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Heroin

Você é meu vício, minha heroína, minha história de como virei filho da criação divina. É meu ser, minha duvida e meu porque. É a agulha que penetra em mim, que rasga minhas veias a procura de meu coração, e eu tão indefeso me entrego à minha decisão. Você com seus olhos doces e sorrisos de criança, minha eterna visão de descanso, paraíso, dopping, viagem interminável, estrada desconhecida, como quem viaja de madrugada com as luzes apagadas.
Você é meu táxi para outra vida, dentro de teus beijos há algo que nem sei, há algo além do que sei, há a minha morte e minha ressurreição, igual a uma serpente trocando suas escamas, deixo meu ser em você e troco por alguém mais vivo, mais morto, mais alguém do que quem.
Atrás do inferno, achei a porta do céu. Saindo pelos fundos achei a entrada principal, assim como minhas mágoas saindo pela culatra acharam o vazio do quarto de pintura desgastada, sem cor. Atrás da cura, achei outro vicio, atrás de um espelho achei quem realmente era, não estava lá dentro, nem mesmo entre, estava atrás procurando por você.
Achei o vicio mais sentimental, um vicio irracional, contradizendo todas teorias uniformes, precisas e intensas. Mesmo sem nexo, perplexo no meu momento de tormento e felicidade, mesmo sem palavras com sentido ou frases, orações... consigo dizer eu te amo, e te quero, meu vicio, meu amor, minha dor, minha alegria, minha razão de acordar todo dia, minha fome carnal, minha vontade espiritual.


Leia escutando Heroin - The Velvet Underground


P.S: desculpem erros ortográficos, eu ando sem paciencia pra escrever, imagina corrigir ou acentuar. =D

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Past Recedes

O esforço de ser livre não faz muito sentido quando posso estar preso a ti. Durante essa semana, parece que vivo um ano, mesmo não me sendo tão claro as razões, sei que ouvi um "tim" quando meu coração bateu mais rápido ao ti ver. Hoje acho graça de tudo, faço piada em poesias, e até marketing...
UAhuahAUhauhA ( sem muita paciência pra escrever... AhAUhAUha isso que dá )

quarta-feira, 1 de julho de 2009

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10 Contados

Porque ese misto de sensações? Eu me sinto triste, mesmo sabendo que estou feliz...
Me sinto inseguro, mesmo sabendo que as coisas estão seguramente bem...
Porque não consigo deixar essas correntes mesmo quando ta tudo bem?
Esses momentos? Esses fantasmas...
Eu ainda lembro daquele dia que arruinei minha vida... e vejo que não consigo perdão pra mim mesmo...
Espero que o amor... seja a solução...
Solução que nunca tive...

Eu só me peço perdão... e espero me deixar esquecer...

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terça-feira, 30 de junho de 2009

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

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sábado, 27 de junho de 2009

Keep Me Warm

Algo diferente apareceu, uma nova fonte de calor, uma fonte restauradora, de certa forma, e outra forma viciante. Uma fonte tão cedenta de energia que lhes suga tudo que pode, até mesmo pequenos sorrisos, pequenas informações nas entrelinhas e nos cantos dos lábios. Uma alternativa de calor que me mantém sempre confortável, mais que os cigarros e copos de café...

Ah, eu não quero mais joguetes nem fingimentos, eu quero que você me mantenha confortável, quente... Eu só preciso de uma afirmação... só uma, pra me libertar das infinitas dúvidas.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Hi- Technology

Cada vez me sinto mais substituido, menos necessário, mais deslocado, menos empregado, sou forçado cada vez mais e mais a lidar com quem me tira a vida, forçado a escancarar um sorriso falso, fechando a porta para as cicatrizes que se encontram dentro.

"...Today my life is like a machine..."

Reffer - Hi- Technology



terça-feira, 24 de março de 2009

Freedom

Os arquitetos da liberdade e do amor, sucumbiram ao tempo... as gerações passaram, e todos esquecemos de coisas que não tem valor material, liberamos nossas almas para serem sugadas e trocadas por centavos. O amor se escondeu com medo do que poderiamos trasnformá-lo, a liberdade se camuflou na prisão, pois se sentia mais segura...


The Beautiful Girls - Freedom
(escutem se possível)

sábado, 21 de março de 2009

Ando Meio Desligado

Não quero mais me limitar ao plano da vida, que me possibilita apenas pensar, falar e agir. O que sinto foge a essas possibilidades, me rasga e ultrapassa meu plano ocular, sentimental. Viro lixo, recipiente fútil e descartável, transformo-me em apenas uma lampada desligada em meio a escuridão que cobre o céu, deixo de fora a consciência que ilumina o nosso ponto cego, que cobre o céu de cinza, dando meu tom de descontentamento a esse amor que machuca.
Só observo, já misturado, feito pó no ar, o sentimento flutuando, espectro de pura psicodelia, êxtase tépido, passando de mim para quem amo, feito energia calorífica. Proclamando poemas em linguas desconhecidas, palavras sem sentido, sendo constante elipse de si mesmo.

"Porfavor não leve a mal, eu só quero que você me queira..."

quarta-feira, 11 de março de 2009

Skin And Bones

Depois de muito caminhar, me achei em meio aos destroços da minha alma, tão óbvio, nunca parti de lá, desde o primeiro passo me perdi. Hoje, já não sou mais uma simples alma, começo a me recompor, já tenho ossos, alguns poucos ossos, uns já quebrados, outros rachados, são marcas de erros e acertos com suas consequências. Tenho também agora, pele... textura, me identifico com ela, mesmo sem ter olhos, posso senti-la.

Depois de muito tempo, ando bem vestido...
Tenho amigos...
Estou feliz...
Acho que finalmente me encontrei, não nas roupas, não nos outros, mas finalmente em mim mesmo.

=D

domingo, 15 de fevereiro de 2009

No name

Pra quem canto não sei, só espero a resposta no vento....
Adeus...
Nenhuma resposta...
Adeus...

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Have I Been A Fool

"que se foda amor, que se foda, o bom é viver a vida... "

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Best Of You

Preciso gritar, soltar minha alma junto com as palavras que seguirão meu berro, preciso deixar meu corpo de lado e despertar a alma. Cansei de quase tudo, alguns e algumas coisas me mantem em pé, ou me levantam quando meu coração explode soltando os espinhos cravados, eu já cansei de dar o meu melhor, porque não é isso que realmente importa, o esforço não é real... O que realmente importa são as idéias, elas são tão reais quanto as dores que se sente.O meu esforço parece se esgotar cada vez mais, a fé vai se perdendo, nem as palavras servem de consolo mais, pois delas sinto que já sugo as ultimas gotas.

Em compensação, ultimamente conheci ótimas pessoas, ótimas amizades para se levar pro resto da vida, fiz coisas que sonhava antes em fazer, eu agradeço a todos que conseguiram me resgatar à vida... O esforço agora é quase nulo, pois já tenho o que queria, porém ainda sonho alto.

Obrigado a todos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Chelsea

A saudade me desconforta, sinto falta de tudo, do ar, da luz, dos dias que passaram e que vão se repetir. O problema é a inscontancia que se dão aos fatos e a mim mesmo, algo em mim me mata, apenas me transforma em diferente até a mentira no coração não se sustentar mais, caindo em verdade... eu sou eu... Lucas.

Saudades cara...
Para o cara que imita meu jeito, que me conforta quando preciso, que me acompanha no intervalo, que aguenta minhas chatices e minhas crises, meu melhor amigo, meu irmão.... Victor! hehehehhee Abraço!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Time Tonight

Me afogo em minha dor, me enterro em meus clichês, rezo a vida, rezo vela, rezo o céu azul, rezo o desfecho do dia. Meus arranhões vêm debaixo da terra, me lotam, me calam, me cegam, me transformam em inútil denovo, do céu descem meus contratempos, me fazem sentir tão mal... só quero um tempo pra mim hoje a noite.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Second Chances

O que preciso para retroceder? O quanto preciso implorar para algo acontecer e me tirar desse acidente que é a vida? Hoje, percebi que as verdades da vida são linhas cristalinas, se quebram muito facilmente dando lugar a outras variáveis que na verdade sempre estiveram lá, por isso a cada passo quebrando milhões de destinos possíveis, despertam-se milhões de variações.
Pergunto-me, para que? Se no final, o resultado é sempre o mesmo... Logo, não adianta ter medo da vida ou dos acontecimentos, não adianta planejar, pois o futuro esbarra em você e ele não liga de te derrubar, não liga se não foi como você pensava. Não planeje, pense...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Dreaming High

Completamente fora de mim, completamente fora de ti, completamente fora de rotação ou translação, sou assim agora, o escuro me completa, sem amor, amargo, afundado entre rachaduras de dor, cicatrizes que vão e vem, mas essa agonia fica impregnada no meu peito, fazendo fugaz a necessidade de respirar qualquer ar que não seja o teu, me sinto tão doente agora, sem forças para ir até o fim desse poema que me faz lembrar de ti em cada palavra, em cada espaço.
Não importa onde eu esteja, tua imagem reflete no meu olhar, e repentinamente me faz lembrar daquele dia. Seguindo estrelas, buscando palavras no ar, me perdi em ti, onde me acho, onde me esqueço, onde lembro de ti, onde estou morto, onde tu vives calorosamente, no meu coração, no arranhão, na cicatriz, na ferida aberta, aqui, dentro de mim.

Fuck The World

O tempo se foi, mas o que restou nos escombros me mata, maltrata-me a alma, desfaz-me o sonho, no entanto permaneço em pé, permaneço aqui, sombreado pelo céu amarelado, o azul desce para o chão me contrasta com a tristeza de ser, estar, só. É... hoje, no dia épico da minha vida, travo a minha última batalha, contra eu mesmo e nem sei se posso vencê-la, ah meu amor, hoje suspiro de dor, sinônimo do amor que me deu, em verdade lhe digo, hoje de manhã pude sentir o desfecho do dia, por isso deitei em minha cama mais uma vez, a ultima vez, esperando, o sol bater em minha cara, acordando-me junto com o cheiro forte do café quente no meu criado mudo, que suportou tantas histórias, grande ouvinte, porém pouco conselheiro, tomava voz apenas nos dias mais sombrios, quando a lua invadia pela janela iluminando-me por sobre os ombros, despindo-me da insanidade, guiada pelas estrelas, na sinfonia da loucura, me despia cada vez mais, sempre me acobertando dos medos, e das moças que ali deitavam também.

Hoje os timbres das tristes guitarras vieram mais cedo do meu velho tocador de CDs, gosto deles, não deixam enganar-me, usufruir minhas mentiras. Levantei-me, não precisava escrever carta para ninguém, talvez se precisasse não escreveria do mesmo jeito, deixaria como sempre foi, o interesse afundado no copo de tristeza , foi assim que consegui tal destreza para dizer nunca, adeus, tchau. Eu nunca esperei de você, meu amor, algo que pudesse me segurar aqui. Ei, não finja se sentir assim, você pode suportar, agora você pode voltar ao seu lugar, e fingir se importar onde eu vou estar, sempre foi assim amor, se escondia na sombra em pleno meio-dia, ah, eu não só vi como presenciei. Não pense também que essa é a razão para este dia terminar assim, uma razão tão fútil, sem explicação útil, que lhe agrade, que se encaixe nos seus planos, nenhuma dessas lhe darei, não entenderia, nem mesmo se tentasse explicar, com uma carta, ou como tentei com aquele olhar.

Anoiteceu finalmente, a lua não veio hoje me acobertar, não quis sujar as mãos, presenciar o fato e se calar. O criado-mudo, tomou voz, me seduzia cada vez mais a tomar a iniciativa, quando na verdade nem precisava, a decisão não cabia a ele, além do mais já estava tomada, não creio que compreenda, nem peço que entenda, mas a decisão que tomei, já não era surpresa para minha alma, nem meu corpo, já estavam cansados, saturados, e pouco contrastados, a cada dia que se passava voavam um pouco mais rumo ao rendimento para a solidão que me designaram. Enfim, parei de dar ouvidos ao criado, dei ouvidos ao meu ultimo pedido carnal, os meus reflexos nos talheres me nocauteavam toda hora, acho que se juntaram a solidão que me rodeava, a qual as luzes das velas torneavam e enfatizavam que estava estritamente só, na cena do crime.

Esses timbres, ah, esses timbres, parecem me jogar do prédio, também eles aliaram-se ao criado, desnorteiam-me e finalmente estou encostado na grande janela do meu apartamento, bem onde o sol me acordou, e a lua se calou, estava profundamente afogado em pensamentos, não receosos, pensamentos tão vazios quanto a existência que me empurrava da janela. As paredes pareciam ter mais vida que eu, o ar não me dava mais importância, ficou tão difícil respirar, e tão mais fácil se jogar. Soltei-me da parede, fiquei em pé na janela, não houve problemas, pois tal janela dava vista para um beco sem saída, poucas pessoas transitavam por lá, a fumaça vinda dos bueros, acobertavam-me cada vez mais. Assim que fechei os olhos, a minha musica favorita começou a tocar, me vi em um cenário perfeito, um copo de whisky em cima do criado que já tinha se calado por perceber que não precisava mais gritar, um prato feito em cima da mesa, as luzes desligadas, a sala iluminada apenas por um castiçal também cima da mesa, a luz fraca vinda do céu, e agora o melhor blues, o melhor timbre de guitarra que podia ser soado àquela hora ecoando pelos gigantes cômodos do apartamento. Ainda de olhos fechados, os timbres chegaram em meus ouvidos, me dando a ordem final, não foi preciso pensar, apenas pulei, me aventurei no céu escuro, o vento, que não me dava importância alguma, agora tentava me amparar, a sensação era boa, tão boa que achei ter achado meu lugar, só pude pensar se duraria para sempre. A verdade, é uma incógnita, veja, não sei como explicar o que senti, e não sei como explicar como me sinto, só sei que o eu corpo se chocando no chão, foi a única prova que tive, que estava realmente vivo, ironia sem sentido. Aposto que o sangue seco no chão, não provou nada pra ninguém, aposto que me condenaram, aposto que se indignaram, mas eu era especial, não podia ficar naquela rotina, ia morrer de qualquer jeito, fui privilegiado em morrer com um cenário armado, engraçado, é que não foi nem um pouco pré-meditado e ainda assim ficou perfeito.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Excuse Me Mr.

Cortesia Falada


Quando algo nos falta em meio a solidão, sentimos
os cortes, as dores, tudo que nos faz sangrar, a
solução se resume a um subito afogamento em
mágoas passadas e dores presentes. Não me
pergunte como cheguei aqui, ou que me faz
pronunciar essas longas dores encravadas em
meus olhos e batimentos cardiovasculares.

Não me disperte a dor, pois não gostarás do que
realmente sou, um poço profundo de dor, um poço
sem fim, só solidão, solidão do acaso, caso feito por
você. Me chame de louco, de pouco me serve tuas
palavras, pois aqui estou, sabendo quem sou, e
quem és, pela primeira vez.

Ah... doce felicidade onde foi a tua ternura e
cortesia? Onde encontro teu futuro, como um furo
na rede invisivel e impenetravel do mundo? Onde
encontro a alegria da vida, que me prometeu no
primeiro dia de minha criação perversa?
Aqui termino, sem mais nem menos, no meio da
minha tragédia, no fim da minha alegria, no inicio do
meu despertar. Aqui nesse inicio digo adeus, me
despeço de tudo que me dissipa, e de tudo que me
faz mal.

Contratempos

Logo digo, no primeiro post... apenas postarei minhas poesias e alguns textos de momentos aqui, não pretendo escrever corretamente, pois a maioria destes serão escritos na pressa ou sem interesses maiores. Agradeço a todos que lerem... Se usarem algum texto, me notifiquem antes porfavor.

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Contratempos

Havia sim um homem que salvaria o mundo, claro, se não houvesse a casa, o trabalho, a televisão de 40 polegadas, o extresse, o colchão box confortabilíssimo, se não fosse o mundo. Acredite se quiser, havia um homem que revolucionaria a sociedade, mas de acordo com os registros existiam empecilios, pessoas mal educadas, sem inteligencia para entender o plano, sem respeito. Foi quase, se não fosse a sociedade...

Ah, claro... como esqueci? Houve um, que quis revolucionar a ciência, apenas quis, pois os impecilios existiam ali também, com principalmente as leis imutáveis, a inveja de seus companheiros, a sabedoria exorbitante, enfim... a ciência.

A desonrra dos fatos não se deve aos revolucionários e sim ao mundo.